
Dilma Rousseff talvez esteja certa. Essa será uma Copa inesquecível
Na véspera da Copa do Mundo, torcedores brasileiros relembram os velhos "hooligans", banidos dos campos de futebol há décadas
Na véspera da Copa do Mundo, torcedores brasileiros relembram os velhos "hooligans", banidos dos campos de futebol há décadas
Como mora em Brasília, Lucio Big está diante de um prato cheio para caçar (com c cedilha) corruptos
Uma jornalista põe para fora o que pensa do momento que estamos vivendo. Eu sou obrigado a concordar com ela
Italianos celebram a queda do ex-primeiro ministro Silvio Berlusconi, mas temem que sua herança seja um vício incurável
Outra vez comentei com os meus botões (como faz o Mino): esse cara pode ter feito o diabo no mensalão, mas não ficou com a grana. Tudo o que entrava era para o partido
Desculpem se desagrado a maioria dos leitores. Mas no caso, descubro que não sou o único a pensar assim. Tenho ao meu lado o considerado Moacir Japiassu
Ao chamar quem protestou de reacionário, ela talvez tenha simplificado demais um ponto essencial
Às vésperas de um novo julgamento do “mensalão”, o STF deveria se preocupar com esse problema e calcular se vale a pena botar mais gente atrás das grades
O eleitorado conservador está aí. Falta uma legenda com estratégia e coragem para se posicionar como tal. Alguém se habilita?
Ainda importamos gasolina. Sim porque o nosso petróleo, mesmo sendo nosso, não serve para algumas coisas. Não movimenta automóveis, por exemplo
É melhor deixar os 15 bilhões quietinhos seis ou sete quilômetros abaixo da linha d'água do que começar a meter a mão nessa grana com um único objetivo: o de reeleger Dilma Roussef
A presidente transformou uma concessão pública, como a de motorista de praça, em hereditária. E fez isso camuflado num contrabando dentro de uma medida provisória
Não fosse a política a arte de aproximar os contrários fica difícil senão impossível ornamentar os socialistas com os festões reservados para os bovinos de fina linhagem nos leilões de gado fino
Talvez tenhamos dificuldade em perceber como é que um eletricista de 37 anos, com óbvias dificuldades de expressão, foi capaz de liderar uma greve num estaleiro naval e comandar o Solidariedade,...
Luiz Ruffato, em Frankfurt, põe o dedo em algumas das nossas feridas