Moro dá 20 dias para OAS dizer se contratou outros ex-presidentes

O juiz federal Sergio Moro, responsável pela Lava Jato em primeira instância, deu 20 dias para a empreiteira OAS informar se contratou palestras de outros ex-presidentes da República, além de Lula e, em caso afirmativo, revelar os valores e quais foram os eventos contratados; decisão atende a um pedido da defesa de Lula na ação penal em que é acusado de receber R$ 3,7 milhões em propinas da OAS

Brasília- DF- Brasil- 07/04/2015- O juiz federal Sérgio Moro participa de apresentação de um conjunto de medidas contra a impunidade e pela efetividade da Justiça, na sede Associação dos Juízes Federais do Brasil (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)
Brasília- DF- Brasil- 07/04/2015- O juiz federal Sérgio Moro participa de apresentação de um conjunto de medidas contra a impunidade e pela efetividade da Justiça, na sede Associação dos Juízes Federais do Brasil (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil) (Foto: Giuliana Miranda)


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PARANÁ 247 - O juiz federal Sergio Moro, responsável pela Lava Jato em primeira instância, deu 20 dias para a empreiteira OAS informar se contratou palestras de outros ex-presidentes da República, além de Lula e, em caso afirmativo, revelar os valores e quais foram os eventos contratados. A decisão atende a um pedido da defesa do petista na ação penal em que é acusado de receber R$ 3,7 milhões em propinas da OAS no esquema de corrupção na Petrobras entre 2006 e 2012, diz o Fausto Macedo no Estado de S.Paulo. 

“Oficie-se, com prazo de vinte dias, à OAS, para, ‘que informe se (1) contratou palestras de outros ex-presidentes da República do Brasil e, caso seja positiva a resposta, indique os eventos e valores envolvidos; (2) se fez doações a outros ex-presidentes da República do Brasil ou a entidades a eles relacionadas e, caso seja positiva a resposta, indique as datas e valores envolvidos'”, assinala Moro, reproduzindo parte do pedido da defesa de Lula.

As acusações contra o ex-presidente (2003/2010) nesta ação penal são relativas ao suposto recebimento de vantagens ilícitas da empreiteira por meio de um triplex no Guarujá, no litoral de São Paulo, e ao armazenamento de bens do acervo presidencial, mantidos pela Granero de 2011 a 2016.

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Além da solicitação para que a OAS informe sua eventual relação com outros ex-presidentes, a defesa do petista fez outros quinze pedidos, dos quais o juiz da Lava Jato acatou oito."

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