Estudantes querem “estatização” e democratização na PUC-PR

Um movimento chamado #DemocraciaPUCPR organizado pelo Diretório Central dos Estudantes (DCE), Centros Acadêmicos, organizações atléticas, coletivos e estudantes independentes está sacudindo a Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) neste início de ano; eles reivindicam o congelamento das altíssimas mensalidades da instituição e mais uma série de questões que envolvem desde a cobrança abusiva pelo estacionamento até a democratização da gestão da universidade

Um movimento chamado #DemocraciaPUCPR organizado pelo Diretório Central dos Estudantes (DCE), Centros Acadêmicos, organizações atléticas, coletivos e estudantes independentes está sacudindo a Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) neste início de ano; eles reivindicam o congelamento das altíssimas mensalidades da instituição e mais uma série de questões que envolvem desde a cobrança abusiva pelo estacionamento até a democratização da gestão da universidade
Um movimento chamado #DemocraciaPUCPR organizado pelo Diretório Central dos Estudantes (DCE), Centros Acadêmicos, organizações atléticas, coletivos e estudantes independentes está sacudindo a Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) neste início de ano; eles reivindicam o congelamento das altíssimas mensalidades da instituição e mais uma série de questões que envolvem desde a cobrança abusiva pelo estacionamento até a democratização da gestão da universidade (Foto: Leonardo Lucena)


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Blog do Esmael - Um movimento chamado #DemocraciaPUCPR organizado pelo Diretório Central dos Estudantes (DCE), Centros Acadêmicos, organizações atléticas, coletivos e estudantes independentes está sacudindo a Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) neste início de ano.

Eles reivindicam o congelamento das altíssimas mensalidades da instituição e mais uma série de questões que envolvem desde a cobrança abusiva pelo estacionamento até a democratização da gestão da universidade.

Os estudantes da PUCPR têm histórico de radicalidade nas reivindicações haja vista a célebre ocupação da Reitoria em 1992.

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Como ironia, os estudantes falam em “formalizar” a estatização da PUCPR, pois ela recebe fábulas em investimento federal e cobra uma das mensalidades mais caras do país. Ou seja, o investimento de recursos é público, entretanto, a apropriação do lucro é privada. Isso sem falar nas isenções de impostos, pois a universidade é da Igreja Católica e tem caráter filantrópico.

O Movimento irá se reunir e retomar as negociações com a reitoria da instituição na próxima segunda-feira, dia 29 de fevereiro. O encontro poderá resultar num grupo de trabalho proposto para debater as pautas. A expectativa é de que esta rodada de negociação seja decisiva para os rumos do movimento.

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O movimento #DemocraciaPUCPR defende 14 propostas para a universidade, que foram aprovadas em assembleia geral dos estudantes no início deste mês. Além das mensalidades e do estacionamento, constam da pauta a paridade dos conselhos deliberativos; a demissão do Vice-Reitor e do Pró-Reitor Administrativo; reintegração de trabalhadores demitidos, entre outras.

No campo da mobilização, o movimento está divulgando a reivindicação da comunidade acadêmica, mas também programou o baile “Baile de Flanela” com ato cultural em frente a PUCPR neste domingo, dia 28, e uma assembleia geral dos estudantes no dia 29 pela manhã.

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