Depois do litoral, Richa mira região metropolitana
O govenrador tucano levará a tiracolo o secretário de Desenvolvimento Urbano, Ratinho Júnior (PSC), seu reserva para a vice caso o PMDB decida pela candidatura própria; curiosamente, é na Grande Curitiba que Ratinho tem mais intenções de voto que Richa, o senador Roberto Requião (PMDB) e a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann
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Blog do Esmael - "Não sobrou nenhum prefeito do Litoral apoiando Gleisi", lamenta ao blog um petista cinco estrelas, ao constatar que "até" o alcaide de Matinhos, Eduardo Dalmora (PDT), pulou a cerca neste final de semana rumo à campanha de reeleição do governador Beto Richa (PSDB). O pedetista era tido como "coordenador" da caminhada da ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann (PT), ao Palácio Iguaçu.
Pois bem, Richa agora quer mais. Segundo um "orelha seca" palaciano bem instalado em sala confortável — com direito a ar condicionado e cappuccino -, o governador prepara um plano de ataque para a Região Metropolitana de Curitiba.
Nessa batalha que se avizinha, o tucano levará a tiracolo o secretário de Desenvolvimento Urbano (SEDU), Ratinho Júnior (PSC), seu reserva para a vice caso o PMDB decida pela candidatura própria.
Na Grande Curitiba, Ratinho tem mais intenções de voto que Richa, Requião e Gleisi. Talvez seja o "recall" (lembrança) da campanha eleitoral de 2012 quando disputou o segundo turno com Gustavo Fruet (PDT).
Aliados dizem que a ministra tem perdido espaço porque não faz política, o que os adversários fazem de sobra.
"Não adianta depois chorar o leite derramado. O Requião está avançando num eleitorado que é nosso porque vê mais perspectiva de vitória na candidatura dele que na de Gleisi", diz o petista, que pede para não se identificar.
No Palácio Iguaçu, a ordem é "acelerar" a agenda visando liquidar 2014 já no primeiro turno. Se se consolidar três candidaturas competitivas — Richa, Gleisi e Requião — provoque o segundo turno, os luas-pretas tucanos preferem encarar o peemedebista. "Requião tem mais rejeição", confidencia um deles, para emendar: "É mais fácil derrotar".
O orelha seca ainda revela que pesquisas qualitativas estão orientando os passos do governador. Ou seja, a partir de agora é o Ibope que conduz o "choque de gestão" no Paraná.
De acordo com o orelhudo palaciano, as sondagens dos institutos de pesquisa mostravam uma imagem do governador "frouxo", "sem ação", "lento", "festeiro", etc...
Para vacinar contra essas "debilidades", o marketing reaproximou Richa de criancinhas que agora pega no colo; distribui fartos beijos e abraços na primeira-dama; simula "demissão" de milhares de servidores comissionados; enfim, a campanha de 2014 já começou faz tempo no Palácio Iguaçu.
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