Wyllys: decisão de juiz sobre ‘cura gay’ é ‘aberração jurídica’

O deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) classificou como "aberração jurídica" a decisão do juiz federal Waldemar Cláudio de Carvalho, da 14ª Vara do Distrito Federal, que concedeu liminar abrindo brecha para que psicólogos ofereçam a terapia de reversão sexual;  "É uma aberração jurídica, como outras que acontecem no País. Como é que o Judiciário se presta a isso? O Judiciário não está agindo de acordo com a Constituição", comentou

O deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) classificou como "aberração jurídica" a decisão do juiz federal Waldemar Cláudio de Carvalho, da 14ª Vara do Distrito Federal, que concedeu liminar abrindo brecha para que psicólogos ofereçam a terapia de reversão sexual;  "É uma aberração jurídica, como outras que acontecem no País. Como é que o Judiciário se presta a isso? O Judiciário não está agindo de acordo com a Constituição", comentou
O deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) classificou como "aberração jurídica" a decisão do juiz federal Waldemar Cláudio de Carvalho, da 14ª Vara do Distrito Federal, que concedeu liminar abrindo brecha para que psicólogos ofereçam a terapia de reversão sexual;  "É uma aberração jurídica, como outras que acontecem no País. Como é que o Judiciário se presta a isso? O Judiciário não está agindo de acordo com a Constituição", comentou (Foto: Aquiles Lins)


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Rio 247 - O deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) classificou como "aberração jurídica" a decisão do juiz federal Waldemar Cláudio de Carvalho, da 14ª Vara do Distrito Federal, que concedeu liminar abrindo brecha para que psicólogos ofereçam a terapia de reversão sexual.

 "É uma aberração jurídica, como outras que acontecem no País. Como é que o Judiciário se presta a isso? O Judiciário não está agindo de acordo com a Constituição", comentou.

A decisão do juiz federal atende a pedido da psicóloga Rozângela Alves Justino em processo aberto contra o colegiado, que aplicou uma censura à profissional por oferecer a terapia aos seus pacientes. Segundo Rozângela e outros psicólogos que apoiam a prática, a resolução do conselho restringia a liberdade científica. "Em nome de que ciência ela está falando? É uma loucura o que a gente está vivendo", acrescentou o deputado.

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Wyllys observou que a psicóloga que encabeça a ação é ligada à bancada evangélica e acredita que o preconceito norteou a decisão judicial. "Eles (da bancada evangélica) estão apelando ao Judiciário", concluiu.

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