Witzel diz que é vítima de impeachment sem crime e que ação visa pulverizar oposição a Bolsonaro

O governador afastado Wilson Witzel (PSC) afirmou ser vítima de uma perseguição política por fazer oposição ao presidente Jair Bolsonaro. Ele também disse que não há base técnica para o processo que sofre

O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel.
O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel. (Foto: Eliane Carvalho/Governo do RJ/Divulgação)


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247 - O governador afastado do Rio, Wilson Witzel, disse mais uma vez que está sendo perseguido por ser um opositor a Jair Bolsonaro. Em sua defesa na Alerj, o ex-juiz também se debruçou sobre argumentos jurídicos para afirmar que não há provas que embasem o processo e que os supostos atos ilícitos não foram descritos nas denúncias que tiveram prosseguimento na Casa.

A reportagem do jornal Folha de S. Paulo destaca que “em nota, a Assembleia afirmou que começou a contar nesta quinta-feira (3) o prazo de cinco sessões para que o relator da comissão do impeachment, deputado Rodrigo Bacellar (SDD), apresente seu parecer a respeito da admissibilidade da denúncia contra o governador afastado.”

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A matéria ainda informa que “segundo a Assembleia, a denúncia será aceita se a maioria qualificada, ou seja, dois terços dos 70 deputados, votarem a favor. Nesse caso, o afastamento temporário de Witzel seria confirmado mais uma vez –agora, pelos deputados.”

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