Vítima de estupro coletivo poderá mudar de nome
A jovem de 16 anos que supostamente sofreu um estupro coletivo na Zona Oeste do Rio poderá mudar de nome, pois vem recebendo ameças, inclusive de outros estados; de acordo com o secretário Estadual de Assistência Social e Direitos Humanos, Paulo Melo, a coordenação do Programa de Proteção a Crianças e Adolescentes Ameaçados de Morte (PPCAM) está avaliando a possibilidade
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Rio 247 - A jovem de 16 anos que supostamente sofreu um estupro coletivo na Zona Oeste do Rio poderá mudar de nome, pois vem recebendo ameças, inclusive de outros estados. De acordo com o secretário Estadual de Assistência Social e Direitos Humanos, Paulo Melo, a coordenação do Programa de Proteção a Crianças e Adolescentes Ameaçados de Morte (PPCAM) está avaliando a possibilidade.
O titular da pasta disse ter conversado com a jovem por cerca de uma hora nesta segunda-feira (30) e ficou "impressionado com a maturidade que ela demonstrou". Ele criticou os que julgam o caso somente pela ótica do estupro. "As pessoas se prendem muito ao estupro, no sentido da conjunção carnal, mas o vídeo em si já é uma agressão bárbara", disse ele ao jornal O Dia.
Os jovens Raí de Souza, de 22 anos, e Lucas Perdomo Duarte Santos, 20 anos, que seriam encaminhados para o presídio Bangu 10, prestarão novo depoimento novo depoimento na Delegacia da Criança e Adolescente Vítima (DCAV), responsável pelas investigações do caso.
O advogado de Raí, Alexandre Santana, disse que não foi o rapaz que fez o vídeo onde a jovem aparece desacordada e nua na cama. "Foi o Jeffinho quem filmou. Ele pegou o telefone do Raí e gravou o momento em que o Rafael manipulava a vagina da garota. Jeffinho e Raí são amigos de infância", disse. Jefferson seria o nome do sétimo suspeito identificado pela polícia.
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