Violência dispara no Rio com o caos da gestão Pezão

A gestão caótica de Pezão no Rio de Janeiro fez disparar a violência no Estado; dados oficiais confirmam a sensação de insegurança em um Estado hoje sob reforço de policiais da Força Nacional de Segurança e de militares das Forças Armadas; número de mortes violentas no primeiro semestre deste ano (3.457) cresceu 15% em relação ao mesmo período de 2016. Foi o pior primeiro semestre desde 2009 (3.893)

Rio de Janeiro - Membros da Força Nacional patrulham entorno do complexo de favelas da Maré durante o 1º turno das eleições 2016. (Fernando Frazão/Agência Brasil)
Rio de Janeiro - Membros da Força Nacional patrulham entorno do complexo de favelas da Maré durante o 1º turno das eleições 2016. (Fernando Frazão/Agência Brasil) (Foto: Giuliana Miranda)


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247 - Dados oficiais confirmam a sensação de insegurança em um Estado hoje sob reforço de policiais da Força Nacional de Segurança e de militares das Forças Armadas.

O número de mortes violentas no primeiro semestre deste ano (3.457) cresceu 15% em relação ao mesmo período de 2016. Foi o pior primeiro semestre desde 2009 (3.893). A região onde essas mortes mais aumentaram foi a Baixada Fluminense (23%), conjunto de 13 municípios, com 3,7 milhões habitantes, na região metropolitana.

A capital, no entanto, não ficou muito atrás. Lá, as mortes violentas subiram 21%. Os números são do ISP (Instituto de Segurança Pública), braço estatístico da Secretaria de Segurança Pública, e somam homicídio intencional, roubo seguido de morte, lesão corporal seguida de morte e homicídio após oposição a intervenção policial.

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Este último indicador, que sugere confronto, foi o que mais subiu dentre as mortes violentas, em relação ao primeiro semestre de 2016 (45%). "Isso acontece porque a política de segurança não está voltada para as grandes apreensões de drogas, mas para o varejo, que acontece dentro das favelas, onde há cada vez mais armas", diz o coronel Ibis Pereira, que foi comandante interino da PM do Rio.

As informações são de reportagem de Luiza Franco na Folha de S.Paulo.

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