Vice de Freixo não embarca na baixaria de Veja

A candidata a vice-prefeita do Rio na chapa de Marcelo Freixo (PSOL), Luciana Boiteux, manifestou solidariedade ao adversário Marcelo Crivella (PRB) sobre a divulgação de um episódio em que foi fichado na polícia por invasão a domicílio; pelo Facebook, Luciana disse que "até o Crivella tem direito a um advogado e que não pode ser considerado culpado antes de sentença penal condenatória transitada em julgado"; "Jamais votaria nele por outros motivos notórios, não por ele ter sido fichado. E repudio a campanha suja e mentirosa que ele empreendeu no 2º. turno contra nós", escreveu Luciana

A candidata a vice-prefeita do Rio na chapa de Marcelo Freixo (PSOL), Luciana Boiteux, manifestou solidariedade ao adversário Marcelo Crivella (PRB) sobre a divulgação de um episódio em que foi fichado na polícia por invasão a domicílio; pelo Facebook, Luciana disse que "até o Crivella tem direito a um advogado e que não pode ser considerado culpado antes de sentença penal condenatória transitada em julgado"; "Jamais votaria nele por outros motivos notórios, não por ele ter sido fichado. E repudio a campanha suja e mentirosa que ele empreendeu no 2º. turno contra nós", escreveu Luciana
A candidata a vice-prefeita do Rio na chapa de Marcelo Freixo (PSOL), Luciana Boiteux, manifestou solidariedade ao adversário Marcelo Crivella (PRB) sobre a divulgação de um episódio em que foi fichado na polícia por invasão a domicílio; pelo Facebook, Luciana disse que "até o Crivella tem direito a um advogado e que não pode ser considerado culpado antes de sentença penal condenatória transitada em julgado"; "Jamais votaria nele por outros motivos notórios, não por ele ter sido fichado. E repudio a campanha suja e mentirosa que ele empreendeu no 2º. turno contra nós", escreveu Luciana (Foto: Giuliana Miranda)


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Rio 247 - A candidata a vice-prefeita do Rio na chapa de Marcelo Freixo (PSOL), Luciana Boiteux, manifestou solidariedade ao adversário Marcelo Crivella (PRB) sobre a divulgação de um episódio em que foi fichado na polícia por invasão a domicílio. Pelo Facebook, Luciana disse que "até o Crivella tem direito a um advogado e que não pode ser considerado culpado antes de sentença penal condenatória transitada em julgado". "Por isso não irei reproduzir a capa da Veja", afirmou.

Capa da revista Veja, da noite desta sexta-feira (21), mostra uma foto do senador depois de ser fichado na polícia. Ele teria tentado expulsar um morador de terreno da Iurd e foi levado à 9ª Delegacia de Polícia, em 18 de janeiro de 1990. O inquérito não está nos arquivos da polícia.

"Jamais votaria nele por outros motivos notórios, não por ele ter sido fichado. E repudio a campanha suja e mentirosa que ele empreendeu no 2º. turno contra nós", escreveu Luciana, advogada e professora de Direito Penal e Criminologia da Faculdade Nacional de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). 

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Crivella negou que tenha sido preso. Em vídeo, ele afirmou que, há 26 anos, como engenheiro, foi chamado para fazer uma “inspeção” no terreno em questão, e que a “confusão” com a polícia foi gerada porque “os invasores” não deixaram ele entrar (veja aqui).

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