Vereadora negra e transexual pede escolta e relata ameaças

Negra e transexual, Benny Briolly (PSOL) precisou sair do País no mês passado após os ataques que recebia passarem a incluir ameaças de morte

Vereadora Benny Bryolly
Vereadora Benny Bryolly (Foto: Reprodução/Facebook)


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247 - Vereadora de Niterói, na Região Metropolitana do Rio, Benny Briolly (PSOL) iniciou seu primeiro mandato em 2021. Negra e transexual, a parlamentar precisou sair do País no mês passado após os ataques que recebia passarem a incluir ameaças de morte. De volta – não revelou onde se refugiou –, ela ainda não recebeu a escolta que lhe foi prometida. Enquanto isso, por segurança, está trancada em casa. A reportagem é do jornal Estado de S.Paulo. 

Criada nas favelas do Fonseca, zona norte de Niterói, Benny era atacada por sua condição de transexual havia alguns anos. Ela era assessora da ex-vereadora e hoje deputada federal Talíria Petrone (PSOL), outra niteroiense que precisou deixar o Rio depois de ameaças. Pouco antes da eleição de 2020, foi Benny que virou alvo de pessoas que passaram a ofendê-la e ameaçá-la.

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Depois da eleição, os ataques tomaram intensidade muito forte, a ponto de chegar aonde chegou”, conta ela. “Ia ao restaurante e era xingada, ia ao shopping e era xingada. Existe um setor forte da direita que motiva o ódio contra a minha figura, que coloca minha figura como destruidora da ‘família’, destruidora de criancinhas.”

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