Triplica número de professores da USP que pedem licença não remunerada nos governos Temer e Bolsonaro

Explodiu depois dos governos Temer e Bolsonaro o número de pedidos de professores e professoras da USP que pedem para sair da mais importante universidade do país. O número de docentes que pedem licença não remunerada da USP mais que triplicou do governo Dilma para os governos Temer-Bolsonaro

(Foto: USP Imagens | PR)


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247 - O número de professores que pedem para sair da USP, a mais importante universidade do país deu um salto nos governos Temer e Bolsonaro. Entre 2017 e 2019, 73 docentes pediram exoneração da USP, e 70 solicitaram afastamento não remunerado.

A informação é da jornalista Angela Pinho, da Folha de S.Paulo, com base em dados obtidos com a Lei de Acesso à Informação.

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Nos três anos anteriores ao período pós-golpe, no governo Dilma, entre 2014 a 2016, foram 47 demissões a pedido e 23 licenças do mesmo tipo.

Um dos principais motivos citados pelos professores e professoras para saírem da Universidade é exatamente a situação política do Brasil e os cortes na ciência. Com isso, os docentes partem em busca de melhores oportunidades de trabalho no exterior.

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