Tribunal determina novas diligências sobre mortes de jovens em Paraisópolis
A Promotoria quer imagens de vídeo captadas da rua Herbert “no momento da turba” e anúncios feitos envolvendo “o malfadado ‘baile da DZ7’”, com o objetivo de “serem identificados os responsáveis pela organização do evento”. Nove pessoas morreram numa ação policial na favela de Paraisópolis, zona sul de São Paulo, no fim do ano passado
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247 - A pedido do Ministério Público, o Tribunal de Justiça Militar de São Paulo determinou que a Corregedoria da Polícia Militar faça novas diligências sobre a apuração das mortes de nove pessoas durante um baile funk na favela de Paraisópolis, zona sul de São Paulo, no fim do ano passado.
O promotor responsável pelo caso, Edson Corrêa Batista, pediu quatro providências. A primeira é para que sejam juntadas ao inquérito as atas de reunião do Conseg (conselho de segurança) no ano de 2019, da região responsável pela área onde se localiza a favela, “a fim de se identificar os seus participantes, bem como a temática discutida em tais encontros, notadamente a questão envolvendo a aglomeração de pessoas em via pública durante os chamados ‘bailes funk’”.
Segundo o jornal Folha de S.Paulo, a Promotoria também quer imagens de vídeo captadas da rua Herbert “no momento da turba” e anúncios feitos envolvendo “o malfadado ‘baile da DZ7’”, com o objetivo de “serem identificados os responsáveis pela organização do evento”.
Também foi solicitada a informação “acerca da existência de eventual autorização para a realização do ‘baile’ por qualquer das autoridades públicas legitimadas para tanto (ex.: Prefeitura, CET, PMESP)”.
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