TRF2 manda soltar ex-secretário da Casa Civil de Cabral

O ex-secretário da Casa Civil do governo Sérgio Cabral, Regis Fichtner, preso na semana passada na Operação C'est Fini, recebeu nesta quinta-feira (30) um habeas corpus concedido pelo desembargador federal Paulo Espirito Santo, do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2); depois de solto, Fichtner deverá se apresentar em juízo a cada 60 dias e está proibido de sair do país; Fichtner foi preso pela Polícia Federal (PF) no último dia 23, por suspeita de receber propina de R$ 1,6 milhão de construtoras e empreiteiras e repassar para outros políticos no governo Cabral

23/11/2017- Rio de Janeiro - O ex-chefe da Casa Civil do governo Sérgio Cabral, Régis Fichtner, chega preso à sede da Polícia Federal Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
23/11/2017- Rio de Janeiro - O ex-chefe da Casa Civil do governo Sérgio Cabral, Régis Fichtner, chega preso à sede da Polícia Federal Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil (Foto: Aquiles Lins)


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Agência Brasil - O ex-secretário da Casa Civil do governo Sérgio Cabral, Regis Fichtner, preso na semana passada na Operação C'est Fini, recebeu hoje (30) um habeas corpus concedido pelo desembargador federal Paulo Espirito Santo, do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2).

Depois de solto, Fichtner deverá se apresentar em juízo a cada 60 dias e está proibido de sair do país. O mérito do habeas corpus ainda será julgado pela Primeira Turma Especializada do TRF2, sem data definida. As informações são da assessoria do tribunal.

Fichtner foi preso pela Polícia Federal (PF) no último dia 23, por suspeita de receber propina de R$ 1,6 milhão de construtoras e empreiteiras e repassar para outros políticos no governo Cabral.

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Recurso

O Ministério Público Federal (MPF) informou que aguarda a comunicação oficial da decisão do TRF2 para entrar com um recurso contra a soltura de Fichtner.

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"O Núcleo Criminal de Combate à Corrupção do MPF na 2ª Região tomou conhecimento pela imprensa de que o habeas corpusem nome de Fichtner foi atendido e vai contestar essa decisão na expectativa de que a 1ª Turma do TRF2 siga o entendimento da 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro pela necessidade da prisão preventiva decretada como parte das investigações da Operação C'Est Fini", disse o órgão em nota.

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