TRE do Rio cassa mandatos de deputados eleitos

Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro cassou os mandatos dos deputados estaduais eleitos Daniele Guerreiro (PMDB) e Roberto Sales Henrique da Silveira (PSD), por uso indevido de meios de comunicação social durante a campanha eleitoral; os dois ficam inelegíveis por oito anos, mas podem recorrer da decisão

Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro cassou os mandatos dos deputados estaduais eleitos Daniele Guerreiro (PMDB) e Roberto Sales Henrique da Silveira (PSD), por uso indevido de meios de comunicação social durante a campanha eleitoral; os dois ficam inelegíveis por oito anos, mas podem recorrer da decisão
Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro cassou os mandatos dos deputados estaduais eleitos Daniele Guerreiro (PMDB) e Roberto Sales Henrique da Silveira (PSD), por uso indevido de meios de comunicação social durante a campanha eleitoral; os dois ficam inelegíveis por oito anos, mas podem recorrer da decisão (Foto: Valter Lima)


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Da Agência Brasil

O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro cassou, ontem (10), os mandatos dos deputados estaduais eleitos Daniele Guerreiro (PMDB) e Roberto Sales Henrique da Silveira (PSD), por uso indevido de meios de comunicação social durante a campanha eleitoral. Os dois ficam inelegíveis por oito anos, mas podem recorrer da decisão.

Daniele Guerreiro foi acusada por haver se beneficiado de "evidente propaganda eleitoral" em reportagens do jornal Panorama, de Mesquita, na Baixada Fluminense, veiculadas a partir de março de 2014. Segundo o relator do processo, desembargador eleitoral Alexandre Mesquita, as reportagens eram "claramente tendenciosas, pois promoviam a candidatura de Daniele, que é esposa do prefeito de Mesquita, Gelsinho Guerreiro (PSC), e ao mesmo tempo traziam conteúdo negativo de seu maior opositor, Waltinho Paixão (PRP)".

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A presidenta do jornal, Jania Beiruth, e o proprietário, Rogério Santana da Silva, que é secretário de Mobilidade Urbana e Direitos Humanos de Mesquita, também ficaram inelegíveis por oito anos.

Já Roberto Sales, que terminou como segundo suplente no pleito deste ano, teve reportagens indevidas sobre realizações políticas do parlamentar, publicadas no jornal Repórter, que circula nas cidades do noroeste fluminense. Ainda segundo o desembargador, "todas as edições, durante um ano, continham publicações que beneficiavam sua campanha de reeleição".

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Também foram condenados Ebenezer da Silva e Mônica Borgatti, sócios e administradores da empresa ECS Editora Jornalística, responsável pelo jornal Repórter.

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