TJ-SP acolhe ação contra Doria e Covas cobrando implementação de normas sanitárias em escolas

A ação foi movida após o anúncio de que, mesmo em eventual fase vermelha, o plano é retornar às aulas presenciais no estado em fevereiro

(Foto: Arthur Castro/Secom)


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247 - O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) acolheu uma ação popular nesta quinta-feira (17) cobrando do governo do estado e da prefeitura da cidade de São Paulo a implementação nas escolas de normas sanitárias, assim como sua divulgação através de relatórios periódicos. 

O acolhimento ocorre um dia após a Secretaria de Educação do estado marcar o retorno das aulas presenciais para o dia 4 de fevereiro.

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A juíza Carla Montesso Eberlein deu o prazo de dez dias para que o governo de João Doria (PSDB) e o prefeito eleito da capital Bruno Covas (PSDB) sejam intimados a comprovar a adoção das normas sanitárias devidas. 

A juíza considera que o retorno das aulas presenciais é “absolutamente necessário”, desde que seja garantida a segurança dos estudantes, professores e funcionários. 

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Hoje, todas as regiões do estado estão na fase amarela da pandemia. A ideia do governo é permitir que as escolas sejam abertas até mesmo na fase vermelha, que corresponde aos índices mais graves de contágio do novo coronavírus.  

Um fato extremamente preocupante é o aumento brusco no número de internações de crianças pela Covid-19 em hospitais públicos e privados de São Paulo.

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