"Temer é impostor e será colocado para fora"

Já passava da 1h desta quinta-feira quando o senador petista Lindbergh Farias (PT-RJ) ocupou a tribuna para fazer o seu discurso sobre o impeachment; durante sua fala, o senador chamou o presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o vice-presidente Michel Temer e Aécio Neves de “capitães do golpe”; “Para a história de nosso país, isso aqui vai passar como um golpe parlamentar"; ele disse apostar no insucesso do governo Temer e na volta da presidente afastada após o julgamento pelo Senado: "Não durará, daqui a três e quatro meses, nós vamos colocar Temer, esse impostor, para fora do Palácio do Planalto", concluiu ele, sendo efusivamente aplaudido por aliados na saída da tribuna

Já passava da 1h desta quinta-feira quando o senador petista Lindbergh Farias (PT-RJ) ocupou a tribuna para fazer o seu discurso sobre o impeachment; durante sua fala, o senador chamou o presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o vice-presidente Michel Temer e Aécio Neves de “capitães do golpe”; “Para a história de nosso país, isso aqui vai passar como um golpe parlamentar"; ele disse apostar no insucesso do governo Temer e na volta da presidente afastada após o julgamento pelo Senado: "Não durará, daqui a três e quatro meses, nós vamos colocar Temer, esse impostor, para fora do Palácio do Planalto", concluiu ele, sendo efusivamente aplaudido por aliados na saída da tribuna
Já passava da 1h desta quinta-feira quando o senador petista Lindbergh Farias (PT-RJ) ocupou a tribuna para fazer o seu discurso sobre o impeachment; durante sua fala, o senador chamou o presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o vice-presidente Michel Temer e Aécio Neves de “capitães do golpe”; “Para a história de nosso país, isso aqui vai passar como um golpe parlamentar"; ele disse apostar no insucesso do governo Temer e na volta da presidente afastada após o julgamento pelo Senado: "Não durará, daqui a três e quatro meses, nós vamos colocar Temer, esse impostor, para fora do Palácio do Planalto", concluiu ele, sendo efusivamente aplaudido por aliados na saída da tribuna (Foto: Roberta Namour)


✅ Receba as notícias do Brasil 247 e da TV 247 no canal do Brasil 247 e na comunidade 247 no WhatsApp.

Ivan Richard e Luciano Nascimento - Repórteres da Agência Brasil

O senador Lindbergh Farias (PT-RJ) classificou o impeachment da presidenta Dilma Rousseff como um “golpe parlamentar”. “Para a história de nosso país, isso aqui vai passar como um golpe parlamentar", disse o senador. "A maioria da população vai reconhecer isso aqui como um golpe".

Já passava da 1h do dia 12 quando o senador petista ocupou a tribuna para fazer o seu discurso. Durante sua fala, o senador chamou o presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o vice-presidente Michel Temer e Aécio Neves de “capitães do golpe”.

continua após o anúncio

Durante seu discurso, o senador criticou durantemente e oposição que, segundo ele, “não teve lealdade com a Constituição” de 1988 e centrou suas críticas no PSDB que, segundo ele, não reconheceu o resultado das eleições presidenciais de 2014. “48h depois da vitória da presidenta Dilma, o PSDB recorreu ao TSE pedindo a recontagem dos votos. Seis dias depois fizeram um ato em São Paulo com pessoas pedindo o impeachment da presidenta Dilma. Depois pediram que o TSE [Tribunal Superior Eleitoral] diplomasse o candidato Aécio Neves como presidente da República”, disse.

Lindbergh disse que o PSDB foi o “principal derrotado” no processo de impeachment. “”O senador Aécio, em junho [do ano passado] tinha 35% das intenções de voto e agora tem 17%”, disse. O PSDB será sócio minoritário de um governo falido que vai ser o governo Michel Temer”.

continua após o anúncio

O senador disse também que o PT não reconhecerá a legitimidade de um eventual governo Temer, caso a presidenta Dilma Rousseff venha a ser afastada. “Não vamos reconhecer um governo Temer. Ele é um golpista. Nós vamos fazer uma dura oposição, não vamos aceitar retirada de direitos de trabalhadores e das conquistas sociais garantidas durante nosso governo”, disse.

Lindbergh lembrou o golpe militar de 1964 que resultou na deposição do presidente João Goulart. Na ocasião, a mídia tentou legimimar o golpe como algo democrático”, argumentou Farias lendo manchetes de jornais da época.

continua após o anúncio

O senador alfinetou o senador Aécio Neves, ao citar o seu avô, Tancredo Neves, que teve papel ativo na luta pela redemocratização do país. Lindbergh disse que o político mineiro nunca se posicionou favorável a “um golpe”. Ao final, o senador dirigiu a palavra a Dilma e disse que Dilma deveria sair do Planalto com a “cabeça erguida”. “Presidenta saia amanhã daquele palácio de cabeça erguida, porque a história lhe absolverá com toda a certeza como a história deu razão a Getúlio Vargas, a Juscelino Kubtschek e a João Goulart”.

continua após o anúncio

iBest: 247 é o melhor canal de política do Brasil no voto popular

Assine o 247, apoie por Pix, inscreva-se na TV 247, no canal Cortes 247 e assista:

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247

continua após o anúncio

Ao vivo na TV 247

Cortes 247