TCU questiona Graça e Gabrielli sobre Comperj
Por quatro votos a três, o Tribunal de Contas da União aprovou o pedido para que a presidente e o ex-presidente da Petrobras, Graça Foster e José Sérgio Gabrielli, respectivamente, sejam questionados sobre os atrasos nas obras de tubulação do Comperj, em Itaboraí, Região Metropolitana do Rio; para a ministra Ana Arraes, mãe do presidenciável Eduardo Campos (PSB), a estatal teve "conduta omissiva"
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Rio 247 – A ministra do Tribunal de Contas da União (TCU), Ana Arraes, mãe do ex-governador de Pernambuco e presidenciável, Eduardo Campos (PSB), afirmou que houve "conduta omissiva" da alta administração da Petrobras com relação aos atrasos nas obras de tubulação do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), no município de Itaboraí, Região Metropolitana do Estado do Rio.
Por quatro votos a três, o TCU aprovou o pedido para que a presidente e o ex-presidente da estatal, Graça Foster e José Sérgio Gabrielli, respectivamente, sejam questionados sobre os atrasos nas obras. Os demais funcionários e ex-diretores da empresa responsáveis pelo projeto também deverão ser convocados para prestar esclarecimentos.
A mãe do presidenciável pelo PSB disse que a continuidade do contrato da empresa MPE pela Petrobrás foi "desastrosa e injustificada". Em seu voto, Ana Arraes afirmou que a última auditoria do órgão nas obras da Comperj, iniciada em novembro de 2013, constatou que o porcentual de execução foi de 27% apenas. No entanto, levando em consideração o cronograma da empresa, as obras deveriam estar 72% concluídas.
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