TCE quer auditar compras da PM nos últimos 5 anos

Presidente do TCE-RJ, Jonas Lopes afirmou que pedirá a extensão para todas as compras feitas através do fundo da Polícia Militar (Funespom) nos últimos cinco anos; uma auditoria apura irregularidades na aquisição de material médico-hospitalar em unidades de saúde da corporação; as investigações aponta um suposto desvio de R$ 7,9 milhões, de um total de R$ 13,9 milhões de compras auditadas no exercício de 2014; Lopes disse que pedirá ao secretário de Segurança José Mariano Beltrame proteção para os quatro auditores do TCE

Presidente do TCE-RJ, Jonas Lopes afirmou que pedirá a extensão para todas as compras feitas através do fundo da Polícia Militar (Funespom) nos últimos cinco anos; uma auditoria apura irregularidades na aquisição de material médico-hospitalar em unidades de saúde da corporação; as investigações aponta um suposto desvio de R$ 7,9 milhões, de um total de R$ 13,9 milhões de compras auditadas no exercício de 2014; Lopes disse que pedirá ao secretário de Segurança José Mariano Beltrame proteção para os quatro auditores do TCE
Presidente do TCE-RJ, Jonas Lopes afirmou que pedirá a extensão para todas as compras feitas através do fundo da Polícia Militar (Funespom) nos últimos cinco anos; uma auditoria apura irregularidades na aquisição de material médico-hospitalar em unidades de saúde da corporação; as investigações aponta um suposto desvio de R$ 7,9 milhões, de um total de R$ 13,9 milhões de compras auditadas no exercício de 2014; Lopes disse que pedirá ao secretário de Segurança José Mariano Beltrame proteção para os quatro auditores do TCE (Foto: Leonardo Lucena)


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Rio 247 - O presidente do Tribunal de Contas do Estado do Rio (TCE-RJ), Jonas Lopes, afirmou na tarde desta quinta-feira (7) que pedirá a extensão para todas as compras feitas através do fundo da Polícia Militar (Funespom) nos últimos cinco anos. Uma auditoria apura irregularidades na aquisição de material médico-hospitalar em unidades de saúde da corporação. As investigações aponta um suposto desvio de R$ 7,9 milhões, de um total de R$ 13,9 milhões de compras auditadas no exercício de 2014. Lopes disse que pedirá ao secretário de Segurança José Mariano Beltrame proteção para os quatro auditores do TCE.

Mais da metade do dinheiro desviado, cerca de R$ 4,2 milhões, é referente à compra de ácido peracético, um desinfetante usado para esterilizar instrumentos cirúrgicos. Segundo a auditoria, o Funespom pagou por 71.190 litros do desinfetante, mas a presidente do TCE afirmou que a quantidade é absurda já que em todo o ano foram usados somente 310 litros.

"Seriam necessários 230 anos para gastar todo esse ácido. Isso, se a PM tivesse recebido o produto. A corporação pagou mais de R$ 4 milhões pelo produto e não recebeu. Trata-se de um esquema fraudulento que rouba os próprios policiais, já que eles contribuem com 10% do salário para o fundo que fez essas compras", afirmou. As informações são do G1.

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Entre as irregularidades identificadas pelo auditores estão pagamento indevido por produtos não entregues; documentos falsificados; atestação falsa; recebimento de produtos por documento diverso da nota fiscal; recebimento de produtos diferentes dos especificados na nota fiscal. A auditoria identificou, ainda, ausência de registro contábil dos materiais médicos hospitalares; ausência de registro individualizado dos materiais médico-hospitalares; falta de materiais essenciais, entre outras.

 

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