Taís Araújo: “sei que meu caso não é isolado”

Vítima de ataques racistas, atriz prestou depoimento na sede da Delegacia de Repressão a Crimes de Informática (DRCI), no Rio, nesta quarta-feira; "Presto depoimento porque sei que meu caso não é isolado e é exatamente o que acontece com milhares de outros negros no País", disse ela, em nota; a DRCI já teria identificado um grupo de 30 pessoas que se reuniu por meio do WhatsApp para promover ataques contra Taís Araújo; todos podem responder por injúria racial, formação de quadrilha, entre outros crimes

Vítima de ataques racistas, atriz prestou depoimento na sede da Delegacia de Repressão a Crimes de Informática (DRCI), no Rio, nesta quarta-feira; "Presto depoimento porque sei que meu caso não é isolado e é exatamente o que acontece com milhares de outros negros no País", disse ela, em nota; a DRCI já teria identificado um grupo de 30 pessoas que se reuniu por meio do WhatsApp para promover ataques contra Taís Araújo; todos podem responder por injúria racial, formação de quadrilha, entre outros crimes
Vítima de ataques racistas, atriz prestou depoimento na sede da Delegacia de Repressão a Crimes de Informática (DRCI), no Rio, nesta quarta-feira; "Presto depoimento porque sei que meu caso não é isolado e é exatamente o que acontece com milhares de outros negros no País", disse ela, em nota; a DRCI já teria identificado um grupo de 30 pessoas que se reuniu por meio do WhatsApp para promover ataques contra Taís Araújo; todos podem responder por injúria racial, formação de quadrilha, entre outros crimes (Foto: Leonardo Lucena)


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Rio 247 - Vítima de ataques racistas, a atriz Taís Araújo prestou depoimento na sede da Delegacia de Repressão a Crimes de Informática (DRCI), na Cidade da Polícia, em Manguinhos, nesta quarta-feira (4).

"Presto depoimento porque sei que meu caso não é isolado e é exatamente o que acontece com milhares de outros negros no País", disse ela, em nota divulgadas após o depoimento.

No comunicado, a atriz agradeceu às 'incontáveis mensagens de apoio e amor que recebeu e espera a compreensão da imprensa, já que nada mais tem a declarar sobre o assunto e crê que seu trabalho é a melhor resposta para o preconceito'.

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De acordo com informações do jornal Extra, nesta quarta, a DRCI já identificou um grupo de 30 pessoas que se reuniu por meio no WhatsApp para promover ataques contra Taís. Todos podem responder por injúria racial, formação de quadrilha, entre outros crimes.

A Polícia Civil investiga se os responsáveis cometeram crime de injúria racial ou racismo. A injúria, prevista no artigo 140 do Código Penal, é caracterizada quando o preconceito é direcionado a determinada pessoa. A punição pode variar de um a três anos de reclusão, além de multa. O racismo é crime mais grave, inafiançável e imprescritível, e acontece quando um grupo é inferiorizado. A pena pode chegar a cinco anos de detenção.

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