Suspeito de matar ciclista não prestou socorro por pânico, diz advogado

Imagens de câmeras de segurança de um elevador divulgadas pela Polícia Civil mostram José Maria da Costa Júnior sorrindo, conversando e falando ao celular momentos depois do acidente

Marina Harkot e José Maria da Costa Júnior
Marina Harkot e José Maria da Costa Júnior (Foto: Reprodução)


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247 - O advogado do microempresário José Maria da Costa Júnior, 33, principal suspeito de ter atropelado e matado a ciclista Marina Kohler Harkot, 28, na madrugada de domingo (8), em Pinheiros, zona oeste de São Paulo, disse que ele não parou para prestar socorro porque ficou em "pânico". A reportagem é do portal UOL. 

No entanto, imagens de câmeras de segurança de um elevador divulgadas pela Polícia Civil mostram José Maria da Costa Júnior sorrindo, conversando e falando ao celular momentos depois do acidente, sem demonstrar qualquer alteração emocional pelo atropelamento. 

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Júnior se apresentou nesta terça-feira (10) na delegacia e foi liberado. A prisão preventiva havia sido pedida pela Polícia Civil no fim da manhã, mas há um entrave jurídico: como estamos em semana eleitoral, em tese, prisões só podem ser feitas em flagrante.

Durante o depoimento de Júnior, ciclistas se manifestara em frente à delegacia. 

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