STJ relaxa prisão de ex-secretário de Paes

A SextaTurma do STJ determinou que a prisão de Alexandre Pinto, ex-secretário de Obras da gestão do prefeito Eduardo Paes seja transformada em outras medidas cautelares; o ex-secretário fica proibido de se ausentar do Rio de Janeiro e de ter contato com outros réus do caso; Pinto é investigado por desvios de recursos em obras como a do BRT carioca

A SextaTurma do STJ determinou que a prisão de Alexandre Pinto, ex-secretário de Obras da gestão do prefeito Eduardo Paes seja transformada em outras medidas cautelares; o ex-secretário fica proibido de se ausentar do Rio de Janeiro e de ter contato com outros réus do caso; Pinto é investigado por desvios de recursos em obras como a do BRT carioca
A SextaTurma do STJ determinou que a prisão de Alexandre Pinto, ex-secretário de Obras da gestão do prefeito Eduardo Paes seja transformada em outras medidas cautelares; o ex-secretário fica proibido de se ausentar do Rio de Janeiro e de ter contato com outros réus do caso; Pinto é investigado por desvios de recursos em obras como a do BRT carioca (Foto: Charles Nisz)


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Rio 247 - A Sexta Turma do STJ aceitou o pedido da defesa de Alexandre Pinto, ex-secretário de Obras de Eduardo Paes, para ser solto. A relatora, ministra Maria Thereza, determinou medidas cautelares no lugar da prisão, informa o colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo. Entre as medidas cautelares estão a proibição de deixar o Rio de Janeiro e de ter contato com outros réus. Também fica obrigado a comparecer em juízo para relatar e justificar suas atividades.

A Sexta Turma também acatou o pedido de Laudo Aparecido Dalla Costa Ziani, genro do ex-deputado federal Pedro Corrêa. Ele foi acusado de atuar junto ao Ministério das Cidades para liberar recursos que seriam desviados das obras do corredor BRT Transcarioca. As medidas cautelares aplicadas a Ziani são análogas às aplicadas ao ex-secretário. 

No caso de Ziani, também foi determinado o comparecimento em juízo para justificar suas suas ações, e a suspensão exercício das atividades empresarias vinculadas ao governo federal, ao governo do Rio de Janeiro e à Rocha Firme LTDA. Os dois foram presos em 3 de agosto, na Operação Rio 40 Graus, que investigou desvios na Secretaria de Obras da prefeitura.

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