STJ quebra sigilos de Pezão, Cabral e Fichtner
Governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (PMDB), ex-governador Sérgio Cabral (PMDB) e ex-secretário da Casa Civil Regis Fichtner são investigados em inquérito da Operação Lava Jato; Pezão e Cabral são citados pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa como beneficiários, em suas campanhas, do esquema de corrupção da Petrobras, enquanto o ex-secretário seria, segundo ele, o operador de repasses
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Rio 247 – O Superior Tribunal de Justiça (STF) autorizou a quebra de sigilo do governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (PMDB), do ex-governador Sérgio Cabral (PMDB) e do ex-secretário da Casa Civil Regis Fichtner. Os três são investigados em inquérito da Operação Lava Jato.
Em depoimento por acordo de delação premiada, o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa contou ter arrecadado R$ 30 milhões como caixa dois da campanha de 2010 de Cabral. Segundo ele, os recursos, que seriam desviados do esquema de corrupção na Petrobras, também teriam beneficiado Pezão.
Regis Fichtner teria sido o operador dos repasses, de acordo com Costa. Os três negam as suspeitas. Pezão pediu o arquivamento do inquérito aberto contra ele. Com a quebra dos sigilos, o objetivo é analisar ligações realizadas entre outubro de 2009 e o fim de 2010 entre políticos do Rio e outros investigados na operação.
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