Startup de Luciano Huck dispensa professores sem nenhuma ajuda financeira

Os mais de 400 professores que trabalham, ou trabalhavam, para Luciano Huck foram dispensados, por mensagem de WhatsApp, após o fechamento obrigatório das escolas devido a quarentenas

(Foto: Divulgação)


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247 - Segundo revela reportagem do site The Intercept Brasil, no dia 20 de março, dezenas de trabalhadores da instituição souberam exatamente o que significava estar aos cuidados da empresa. Todos foram dispensados, por mensagem de WhatsApp, após o fechamento obrigatório das escolas devido a quarentenas por conta do coronavírus impostas nos estados onde a empresa atua: São Paulo, Paraná e Minas Gerais.

Ao contrário de muitas pequenas empresas que não têm como pagar ou ajudar seus funcionários em tempos de pandemia, o Alicerce alardeia um caixa gordo. Além de Huck, o grupo também tem outros investidores ilustres como o economista Armínio Fraga e anunciou um aporte de R$ 20 milhões no final do ano passado para ampliar o número de unidades da empresa para 70 até o final de 2020.

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Os mais de 400 professores que trabalham, ou trabalhavam, para as 37 unidades do grupo são microempreendedores individuais, os MEI. Ou seja, na prática, são pequenas empresas com um contrato de serviço com uma grande empresa e por isso não têm os mesmos direitos e benefícios que um trabalhador formal contratado, como seguro-desemprego, férias remuneradas e 13º salário.

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