Sob tensão nas ruas, Câmara aprova plano de carreira dos professores

Projeto que cria um novo plano de cargos, carreiras e remuneração para o magistério do Rio foi aprovado em primeira votação por 33 votos a favor e 3 contra, na Câmara de Vereadores; previsão é que o segundo turno ocorra a partir das 18h; na área externa da Câmara, situação é tensa e policiais da Tropa de Choque da Polícia Militar lançam a todo momento bombas de gás lacrimogêneo e de efeito moral em direção aos manifestantes que protestam contra a decisão

Projeto que cria um novo plano de cargos, carreiras e remuneração para o magistério do Rio foi aprovado em primeira votação por 33 votos a favor e 3 contra, na Câmara de Vereadores; previsão é que o segundo turno ocorra a partir das 18h; na área externa da Câmara, situação é tensa e policiais da Tropa de Choque da Polícia Militar lançam a todo momento bombas de gás lacrimogêneo e de efeito moral em direção aos manifestantes que protestam contra a decisão
Projeto que cria um novo plano de cargos, carreiras e remuneração para o magistério do Rio foi aprovado em primeira votação por 33 votos a favor e 3 contra, na Câmara de Vereadores; previsão é que o segundo turno ocorra a partir das 18h; na área externa da Câmara, situação é tensa e policiais da Tropa de Choque da Polícia Militar lançam a todo momento bombas de gás lacrimogêneo e de efeito moral em direção aos manifestantes que protestam contra a decisão (Foto: Valter Lima)


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Vladimir Platonow
Repórter da Agência Brasil


Rio de Janeiro – O projeto que cria um novo plano de cargos, carreiras e remuneração para o magistério do Rio foi aprovado em primeira votação por 33 votos a favor e 3 contra, na Câmara de Vereadores. A previsão é que o segundo turno ocorra a partir das 18h. Do lado de fora, a situação é tensa e policiais da Tropa de Choque da Polícia Militar lançam a todo momento bombas de gás lacrimogêneo e de efeito moral em direção aos manifestantes que protestam contra a decisão.

Por causa dos bloqueios da Polícia Militar em torno do Palácio Pedro Ernesto, sede do Legislativo do município, com a colocação de grades em um grande perímetro, as pessoas não puderam entrar na Casa. Do lado de fora, a multidão que protestava contra a votação do projeto foi dispersada com bombas pela PM, que inclusive utilizou cães de guarda para conter os manifestantes.

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Vereadores da bancada de oposição na Câmara do Rio informaram que vão apresentar requerimento para anular a sessão. O vereador Jefferson Moura (PSOL) explicou os motivos da decisão. “O Artigo 61 da Lei Orgânica do Município proíbe a realização de sessão secreta e isto está configurado nas galerias fechadas”, disse Moura.

Além disso, o vereador Paulo Pinheiro (PSOL) decidiu denunciar a violência policial à Comissão dos Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Rio de Janeiro (OAB-RJ). “O povo ficou do lado de fora, apenas cheirando gás e levando bomba na cabeça, em vez de estar presente aqui”, disse Pinheiro.

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Na Cinelândia, houve conflito e, para fugir das bombas da polícia, alguns manifestantes correram pela Avenida Rio Branco em direção à Avenida Chile, mas encontraram lá um forte efetivo policial. Muitos professores que participavam do protesto estão passando mal, enquanto a Tropa de Choque avança em direção a eles. A Polícia Militar prendeu uma pessoa nas escadarias do Palácio Pedro Ernesto, sede da Câmara.

Edição: Davi Oliveira

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