Sérgio Cabral aparece na lista da Odebrecht

Nome do ex-governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB) aparece nas planilhas encontradas com o presidente da Odebrecht Infraestrutura Benedicto Júnior, associado ao codinome "próximus", ao lado do número "500"; durante a operação "Xepa", a Polícia Federal encontrou indícios do pagamento de propina da empreiteira em obras de construção e operação da Linha 4 do Metrô do Rio de Janeiro; suposto repasse a Cabral foi feito através de uma emissária identificada como Olivia Vieira

Nome do ex-governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB) aparece nas planilhas encontradas com o presidente da Odebrecht Infraestrutura Benedicto Júnior, associado ao codinome "próximus", ao lado do número "500"; durante a operação "Xepa", a Polícia Federal encontrou indícios do pagamento de propina da empreiteira em obras de construção e operação da Linha 4 do Metrô do Rio de Janeiro; suposto repasse a Cabral foi feito através de uma emissária identificada como Olivia Vieira
Nome do ex-governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB) aparece nas planilhas encontradas com o presidente da Odebrecht Infraestrutura Benedicto Júnior, associado ao codinome "próximus", ao lado do número "500"; durante a operação "Xepa", a Polícia Federal encontrou indícios do pagamento de propina da empreiteira em obras de construção e operação da Linha 4 do Metrô do Rio de Janeiro; suposto repasse a Cabral foi feito através de uma emissária identificada como Olivia Vieira (Foto: Roberta Namour)


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247 - O ex-governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), também aparece nas planilhas encontradas com o presidente da Odebrecht Infraestrutura Benedicto Júnior, sobre um suposto esquema de propina da empreiteira.

O nome de Cabral aparece na lista associado ao codinome "próximus", ao lado do número "500". Durante a operação "Xepa", a Polícia Federal encontrou indícios do pagamento de propina da empreiteira em obras de construção e operação da Linha 4 do Metrô do Rio de Janeiro.

Segundo reportagem de Renato Onofre, o suposto repasse a Cabral foi feito através de uma emissária identificada como Olivia Vieira, que aparece como intermediária dos pagamentos para as obras do metrô do Rio. Ela seria uma funcionária da Odebrecht que teria sido nomeada diretora da concessionária Rio Barra, que vai operar a linha 4 do Metrô do Rio (leia aqui).

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