Senador pedirá ao MP que continue investigações do caso de Eduardo Jesus Ferreira

O senador Lindbergh Farias vai reunir com o  procurador-geral Marfan Martins Vieira, na próxima sexta-feira (13), para pedir que o MP não arquive o caso e dê sequência às investigações

O senador Lindbergh Farias vai reunir com o  procurador-geral Marfan Martins Vieira, na próxima sexta-feira (13), para pedir que o MP não arquive o caso e dê sequência às investigações
O senador Lindbergh Farias vai reunir com o  procurador-geral Marfan Martins Vieira, na próxima sexta-feira (13), para pedir que o MP não arquive o caso e dê sequência às investigações (Foto: Fatima 247)


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A CPI do senado que investiga o assassinato de jovens realizou nesta sexta-feira uma audiência pública na OAB-RJ. O senador Lindbergh Farias (PT) que é relator da CPI, esteve reunido, durante cerca de cinco horas, com mães de jovens negros mortos pela polícia do Rio de Janeiro nos últimos nove anos, entre elas, Terezinha de Jesus, mãe de Eduardo Jesus Ferreira, que foi baleado e morto na porta de casa no Complexo do Alemão, zona norte, em abril passado, por um tiro de fuzil de um PM. 

Na audiência o senador informou que vai solicitar que o procurador-geral Marfan Vieira, do MP (Ministério Público) do Rio de Janeiro, não arquive o inquérito e solicite que seja dada sequência às investigações do caso de Eduardo Jesus Ferreira, de dez anos, na próxima sexta-feira (14). A iniciativa será apoiada pela Anistia Internacional, que considerou a conclusão do inquérito uma aberração. O inquerito concluiu que o policial que atirou em Eduardo reagiu a ataque de traficantes, e a criança foi baleada por estar na linha de tiro e que os agentes teriam agido em egítima defesa. O inquérito foi encaminhado ao Ministério Público.

Em sua página, no Facebook, o senador postou que na próxima sexta (13) vai tratar do caso do menino Eduardo com o procurador-geral Marfan Martins Vieira e "que apesar da decisão absurda da Polícia Civil, cabe ao Ministério Público decidir se arquiva ou dá prosseguimento, pois não é possível admitir que se fale em legítima defesa quando do outro lado estava um garoto de 10 anos com um celular na mão".

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