Secretário recebe jovens agredidos por PMs no Rio

O secretário de Estado de Direitos Humanos do Rio, Ezequiel Teixeira, recebeu quatro jovens agredidos por policiais militares da UPP das comunidades da Coroa, Fallet e Fogueteiro, em Santa Teresa, centro do Rio,  na madrugada do dia 25, quando retornavam de uma festa no Morro Santo Amaro, no Catete, zona sul; os rapazes, na faixa etária de 13 a 23 anos, estavam em motos, sem capacete, e foram parados em uma blitz por oito PMs, aos quais acusam de tortura, roubo, humilhação e ameaça

O secretário de Estado de Direitos Humanos do Rio, Ezequiel Teixeira, recebeu quatro jovens agredidos por policiais militares da UPP das comunidades da Coroa, Fallet e Fogueteiro, em Santa Teresa, centro do Rio,  na madrugada do dia 25, quando retornavam de uma festa no Morro Santo Amaro, no Catete, zona sul; os rapazes, na faixa etária de 13 a 23 anos, estavam em motos, sem capacete, e foram parados em uma blitz por oito PMs, aos quais acusam de tortura, roubo, humilhação e ameaça
O secretário de Estado de Direitos Humanos do Rio, Ezequiel Teixeira, recebeu quatro jovens agredidos por policiais militares da UPP das comunidades da Coroa, Fallet e Fogueteiro, em Santa Teresa, centro do Rio,  na madrugada do dia 25, quando retornavam de uma festa no Morro Santo Amaro, no Catete, zona sul; os rapazes, na faixa etária de 13 a 23 anos, estavam em motos, sem capacete, e foram parados em uma blitz por oito PMs, aos quais acusam de tortura, roubo, humilhação e ameaça (Foto: Leonardo Lucena)


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Alana Gandra - Repórter da Agência Brasil *

O secretário de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos do Rio de Janeiro, Ezequiel Teixeira, recebeu nesta terça-feira (29) quatro jovens agredidos por policiais militares da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) das comunidades da Coroa, Fallet e Fogueteiro, em Santa Teresa, centro do Rio,  na madrugada do dia 25, quando retornavam de uma festa no Morro Santo Amaro, no Catete, zona sul. Os rapazes, na faixa etária de 13 a 23 anos, estavam em motos, sem capacete, e foram parados em uma blitz por oito PMs, aos quais acusam de tortura, roubo, humilhação e ameaça. 

Ezequiel Teixeira disse que o governo está pronto a atender os jovens, principalmente com apoio psicológico. Eles terão também acompanhamento da secretria com a Defensoria Pública, “para ajudá-los na celeridade de todo o inquérito, no processo que venha a surgir, para que possamos dar uma resposta positiva à nossa população”. O secretário pretende fazer uma integração com a Secretaria de Estado de Segurança Pública, “para ajudá-los no que for preciso”.

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A superintendente de Defesa dos Direitos Humanos da secretaria, Letícia Bravo, explicou que os rapazes não foram incluídos no Programa de Proteção a Vítimas e Testemunhas Ameaçadas de Morte porque não existe uma ameaça efetiva contra eles. “Isso ainda não existe. Eles estão apenas se sentindo ameaçados”.

Letícia disse que se existir, “de fato”, uma ameaça efetiva, eles passarão por um processo de triagem e poderão entrar no programa de proteção. "Eles não oficiaram para a gente nenhuma ameaça efetiva. Se tiver [essa ameaça], a polícia encaminha para a gente o pedido, por meio, inclusive, da Defensoria Pública e do Ministério Público e a gente abre o processo de entrada no programa”.

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O Programa de Proteção a Vítimas e Testemunhas Ameaçadas de Morte visa a resguardar a vida de pessoas ameaçadas, que estão em colaboração com um processo investigatório ou criminal. O programa funciona por meio da colaboração de diversos órgãos estatais, entre eles a Defensoria Pública, o Ministério Público, o Tribunal de Justiça, as secretarias de estado de Assistência Social e Direitos Humanos e de Segurança Pública, entre outros órgãos.

Os oito PMs acusados de torturar, ameaçar e humilhar os jovens ficaram presos administrativamente por três dias, mas foram soltos ontem (28) e prestam serviços internos na corporação. Foi aberto inquérito militar para apurar o caso.

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* Colaborou Carol Barreto, repórter das Rádios Nacional e MEC

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