Secretário de Gestão Penitenciária do Rio pede exoneração

Secretário de Administração Penitenciária do Rio, coronel César Rubens de Carvalho, pediu exoneração do cargo; de acordo com o governo do estado, Carvalho se afastou por motivos particulares; no lugar dele vai assumir o coronel Erir Ribeiro da Costa Filho, atual vice-presidente do Detro

16/10/2009 - Homenagem da Secretaria de Administração Penitenciária a agentes da Sispen.
Cesar Rubens Monteiro de Carvalho, secretário de Administração Penitenciária.
Foto Marcelo Horn
16/10/2009 - Homenagem da Secretaria de Administração Penitenciária a agentes da Sispen. Cesar Rubens Monteiro de Carvalho, secretário de Administração Penitenciária. Foto Marcelo Horn (Foto: Leonardo Lucena)


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Cristina Indio do Brasil - Repórter da Agência Brasil

O secretário de Administração Penitenciária do Rio de Janeiro, coronel César Rubens de Carvalho, pediu exoneração do cargo hoje (19). De acordo com o governo do estado, Carvalho se afastou por motivos particulares.

No lugar dele vai assumir o coronel Erir Ribeiro da Costa Filho, atual vice-presidente do Departamento de Transportes Rodoviários (Detro). A nomeação do novo secretário será publicada nesta sexta-feira (20), no Diário Oficial do estado. Costa Filho foi comandante-geral da Polícia Militar do Rio entre setembro de 2011 e agosto de 2013.

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No último dia no cargo, Carvalho teve que enfrentar o problema da falta das tornozeleiras que seriam utilizadas pelos presos Fábio Raposo Barbosa e Caio Silva de Souza depois de deixarem o Complexo Penitenciário de Gericinó, na zona oeste do Rio. Eles são acusados de ter acendido o rojão que provocou a morte do cinegrafista da TV Bandeirantes, Santiago Ilídio de Andrade, durante uma manifestação no centro do Rio, no dia 6 de fevereiro do ano passado.

Ontem (18), a 8ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio (TJRJ) desclassificou a acusação de crime doloso, pela qual os dois respondiam, e determinou a libertação dos ativistas. A Justiça manteve, no entanto, a acusação de explosão seguida de morte, mas os dois poderão aguardar o julgamento em liberdade, com o sistema de monitoramento eletrônico.

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Nesta quinta-feira, a 8ª Vara derrubou a exigência de monitoramento eletrônico dos ativistas. A decisão, segundo o TJRJ, foi tomada depois que a Secretaria de Administração Penitenciária informou que não tinha como liberar os réus Fábio e Caio por causa da falta de tornozeleiras.

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