'SDH está acompanhando o caso Amarildo'

A garantia foi dada pela ministra da Secretaria de Direito Humanos da Presidência, Maria do Rosário, numa reunião em Brasília (DF), com parlamentares da bancada do Rio; toda a estrutura do órgão também foi colocada à disposição da família da vítima

A garantia foi dada pela ministra da Secretaria de Direito Humanos da Presidência, Maria do Rosário, numa reunião em Brasília (DF), com parlamentares da bancada do Rio; toda a estrutura do órgão também foi colocada à disposição da família da vítima
A garantia foi dada pela ministra da Secretaria de Direito Humanos da Presidência, Maria do Rosário, numa reunião em Brasília (DF), com parlamentares da bancada do Rio; toda a estrutura do órgão também foi colocada à disposição da família da vítima (Foto: Leonardo Lucena)


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Da Agência Brasil

Rio de Janeiro - A Secretaria de Direitos Humanos (SDH) da Presidência da República está atuando para ajudar a esclarecer o desaparecimento do pedreiro Amarildo de Souza e acompanhando as investigações sobre o caso. Toda a estrutura do órgão também foi colocada à disposição da família da vítima.

A garantia foi apresentada pela ministra da SDH, Maria do Rosário, em reunião ocorrida ontem (25), em Brasília, com parlamentares da bancada do Rio de Janeiro. No encontro, os deputados federais Jandira Feghali (PCdoB), Jean Wyllys (PSOL), Liliam Sá (PR) e Eurico Júnior (PV) entregaram ofício pedindo atenção especial ao caso. O documento reúne 37 assinaturas de deputados federais e senadores do estado.

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Segundo Jandira Feghali, que coordena a bancada do Rio, mesmo que a SDH não tenha poderes e meios para fazer uma investigação paralela, acompanhar o caso de perto já é muito importante. "A secretaria possui um grupo de peritos que acompanha as perícias e pode apontar alguma irregularidade nas investigações. Sabemos que Marta Rocha [Chefe de Polícia Cívil do Rio de Janeiro] está desempenhando um ótimo trabalho, mas quanto mais pessoas qualificadas estiverem envolvidas, mais rápido resolveremos esse mistério", disse Jandira.

Amarildo está sumido desde 14 de julho, quando foi levado por policiais militares até a Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Rocinha para uma averiguação. Na última sexta-feira (20), duas testemunhas do caso deixaram o Rio de Janeiro. A mãe e o filho adolescente, que contaram em depoimento à Divisão de Homicídios que foram coagidos por policiais para dar falsas declarações sobre o caso, pediram ingresso no Programa de Proteção a Crianças e Adolescentes Ameaçados de Morte, da SDH.

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A bancada do Rio também aguarda resposta do Ministério da Justiça ao pedido para intervenção da Polícia Federal na investigação. De acordo com a assessoria de imprensa do órgão, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, espera a resposta da Advocacia-Geral da União, que avaliará se cabe ou não a atuação da PF no caso.

A Polícia Civil informou que as investigações estão em andamento e o delegado titular da Divisão de Homicídios, Rivaldo Barbosa, aguarda os resultados dos laudos da perícia. Sobre uma possível intervenção da PF nas investigações, a instituição não quis se pronunciar.

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Edição: Davi Oliveira

 

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