Rosinha: greve de fome de Garotinho é grito de desespero

"A carta que o meu marido Garotinho escreveu foi um grito de desespero pela injustiça que estamos sofrendo e que parece não ter fim. Neste país o denunciante é transformado em denunciado e para isso conta com total apoio de um sistema que, ao invés de buscar a verdade, se une para o massacre, formando a opinião pública da maneira que bem entender", diz a ex-governadora do Rio de Janeiro, Rosinha Garotinho

"A carta que o meu marido Garotinho escreveu foi um grito de desespero pela injustiça que estamos sofrendo e que parece não ter fim. Neste país o denunciante é transformado em denunciado e para isso conta com total apoio de um sistema que, ao invés de buscar a verdade, se une para o massacre, formando a opinião pública da maneira que bem entender", diz a ex-governadora do Rio de Janeiro, Rosinha Garotinho
"A carta que o meu marido Garotinho escreveu foi um grito de desespero pela injustiça que estamos sofrendo e que parece não ter fim. Neste país o denunciante é transformado em denunciado e para isso conta com total apoio de um sistema que, ao invés de buscar a verdade, se une para o massacre, formando a opinião pública da maneira que bem entender", diz a ex-governadora do Rio de Janeiro, Rosinha Garotinho (Foto: Leonardo Attuch)


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Por Rosinha Garotinho

Às vezes a sociedade pensa que uma pessoa pública é uma máquina sem sentimento. Mas não é. 

A carta que o meu marido Garotinho escreveu foi um grito de desespero pela injustiça que estamos sofrendo e que parece não ter fim. Neste país o denunciante é transformado em denunciado e para isso conta com total apoio de um sistema que, ao invés de buscar a verdade, se une para o massacre, formando a opinião pública da maneira que bem entender. 
Não vejo nenhuma autoridade competente punir os que nos perseguem, apesar de tantas provas. Parece que o silêncio predomina em todo o canto. 

Não cometemos nenhum crime dos quais estão nos imputando. E não é difícil, com uma apuração séria, reconhecerem isso. 
Mas o que fazer diante do silêncio de praticamente todos? 

O que fazer, quando nos privam de liberdade, por crimes que não cometemos? 

O que fazer quando banalizam a prisão preventiva, sem direito a defesa, a julgamento, nos tirando de perto da família, dos amigos e até do emprego? 

Essa é uma atitude extrema de quem chega ao limite de um enorme sofrimento... Há um ano nos perseguem, chantageiam e nos tomam a liberdade. 

Não. Não julguem por ouvir dizer. 

Não. Não julguem pelo silêncio de quem poderia estar trazendo tudo à luz da verdade. 

Meu marido, que há 10 anos vem por este blog denunciando as falcatruas, as roubalheiras, a corrupção que vem imperando neste país, hoje se encontra num cárcere pelas mãos do grupo que ele denunciou. 

A quem recorrer? 

Também não julguem a nossa fé. Cremos no Deus que tudo pode. Cremos no Deus vivo de Israel. 

Somos seres humanos e somente Deus conhece os nossos corações e os nossos limites. 

"De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto." 

Liberdade, verdade e justiça é o que queremos! 

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