Romário ataca: Crivella não está sendo um homem de palavra
O senador Romário (PSB-RJ) usou uma entrevista para atacar o prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella (PRB); o ex-jogador afirmou que após a eleição Crivella parou de atendê-lo e não cumpriu compromissos firmados; "Quase fui expulso do partido. Ele tem que ser homem e cumprir a palavra dele. De prefeito e de homem, que não está sendo comigo. Não vou nem dizer que ele é safado. Vou dizer que ele não está sendo homem de palavra. Tem que ter a atitude de me ligar, me chamar no gabinete dele e dar uma satisfação. Não falo com ele desde o último dia em que estivemos juntos no plenário (do Senado). A gente ficou duas horas conversando no dia 18 de dezembro. Ele disse: 'Quero você participando comigo da minha administração'. De lá para cá, nunca mais me atendeu", explica
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Rio 247 - O senador Romário (PSB-RJ) usou uma entrevista para atacar o prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella (PRB). O ex-jogador afirmou que, após a eleição, Crivella parou de atendê-lo e não cumpriu compromissos firmados. "Quase fui expulso do partido. Ele tem que ser homem e cumprir a palavra dele. De prefeito e de homem, que não está sendo comigo. Não vou nem dizer que ele é safado. Vou dizer que ele não está sendo homem de palavra. Tem que ter a atitude de me ligar, me chamar no gabinete dele e dar uma satisfação. Não falo com ele desde o último dia em que estivemos juntos no plenário (do Senado). A gente ficou duas horas conversando no dia 18 de dezembro. Ele disse: 'Quero você participando comigo da minha administração'. De lá para cá, nunca mais me atendeu", explica.
A entrevista foi publicada em O Globo.
Romário aproveitou para criticar também o governador do Estado, Luiz Fernando Pezão (PMDB).
"Fui vítima do Pezão. Ajudei-o no segundo turno, e ele disse que ia dar atenção à saúde e educação. Prometeu fazer um hospital de diagnóstico e recuperação para pessoas com deficiência e doenças raras. E nunca mais me atendeu. E entrei para a campanha do Crivella no primeiro turno. Entendi que era e continuo achando que é o melhor para nossa cidade. Depois de eleito, ele me chamou e me convidou para participar de sua administração. O tema dele, cuidar das pessoas, tem a ver comigo. Mas sumiu."
O senador falou ainda das recentes prisões na Lava Jato.
"Eles são merecedores. É isso. Tinham consciência da corrupção, do roubo, da sacanagem. Chegou o dia deles. Eike Batista, Sérgio Cabral, Eduardo Cunha... O Brasil está mudando. Isso é um bom sinal."
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