Rio terá 71 mil militares no combate ao Aedes Aegypti

Por determinação do Ministério da Defesa, 71 mil militares atuarão no apoio a agentes de saúde e na conscientização da população no combate à proliferação do mosquito Aedes aegypti em 32 municípios do Rio de Janeiro e em 49 bairros da capital; o mosquito é transmissor das da febre chikungunha, dengue e do zika vírus; o maior efetivo será da Marinha, que terá 31 mil homens nas ruas, junto com 30 mil homens do Exército e 10 mil da Aeronáutica; em todo o Brasil, 220 mil militares atuarão no combate ao mosquito

Por determinação do Ministério da Defesa, 71 mil militares atuarão no apoio a agentes de saúde e na conscientização da população no combate à proliferação do mosquito Aedes aegypti em 32 municípios do Rio de Janeiro e em 49 bairros da capital; o mosquito é transmissor das da febre chikungunha, dengue e do zika vírus; o maior efetivo será da Marinha, que terá 31 mil homens nas ruas, junto com 30 mil homens do Exército e 10 mil da Aeronáutica; em todo o Brasil, 220 mil militares atuarão no combate ao mosquito
Por determinação do Ministério da Defesa, 71 mil militares atuarão no apoio a agentes de saúde e na conscientização da população no combate à proliferação do mosquito Aedes aegypti em 32 municípios do Rio de Janeiro e em 49 bairros da capital; o mosquito é transmissor das da febre chikungunha, dengue e do zika vírus; o maior efetivo será da Marinha, que terá 31 mil homens nas ruas, junto com 30 mil homens do Exército e 10 mil da Aeronáutica; em todo o Brasil, 220 mil militares atuarão no combate ao mosquito (Foto: Leonardo Lucena)


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Rio 247 - Por determinação do Ministério da Defesa, 71 mil militares atuarão no apoio a agentes de saúde e na conscientização da população no combate à proliferação do mosquito Aedes aegypti em 32 municípios do Rio de Janeiro e em 49 bairros da capital. O mosquito é transmissor das da febre chikungunha, dengue e do zika vírus.

O maior efetivo será da Marinha, que terá 31 mil homens nas ruas, junto com 30 mil homens do Exército e 10 mil da Aeronáutica. Em todo o Brasil, 220 mil militares atuarão no combate ao mosquito. Eles atuarão desarmados e não entrarão em áreas de risco, que serão vistoriadas por agentes comunitários de saúde, e trabalharão em parceria com 20 mil agentes de saúde em todo o estado. A intenção é vistoriar os 92 municípios do estado em até 30 dias. Os agentes atuarão em dupla com os militares entre 9h e 17h.

O número de imóveis vistoriados pelos agentes de saúde e militares das Forças Armadas, na mobilização nacional de combate ao Aedes aegypti – mosquito transmissor da dengue, chikungunya e Zika –, já representa 35,6% dos 67 milhões estimados no Brasil. Ao todo, 23,8 milhões de imóveis foram percorridos pelas equipes até quinta-feira (11), em busca de criadouros e para orientar a população sobre medidas de prevenção ao mosquito.

O quantitativo inclui domicílios e prédios públicos, comerciais e industriais, conforme balanço da Sala Nacional de Coordenação e Controle (SNCC) de Enfrentamento à Microcefalia. No levantamento anterior, 20,7 milhões de imóveis tinham recebido as equipes de combate. Ao todo, 4.251 municípios dos 5.570 definidos para serem vistoriados já contabilizaram a presença de agentes e militares. Todos os estados e o Distrito Federal registraram as ações das equipes no Sistema Informatizado de Monitoramento da Presidência da República (SIM-PR).

Entre os estados, a Paraíba e o Piauí permanecem entre os que registraram maior percentual de imóveis percorridos: 79,1% e 77,8, respectivamente. Na sequência, aparece Minas Gerais, com 67,7% de cobertura, sendo a maior unidade federativa em números absolutos: 4,8 milhões de estabelecimentos. O estado de São Paulo é o segundo em visitas, com 4,3 milhões (26,3%). Já o Rio de Janeiro segue como terceiro, totalizando 3,2 milhões (48,6% do total).

Os agentes e militares identificaram, até agora, 844,8 mil imóveis com focos do mosquito. Isso significa 3,6% do total de visitados. A meta é reduzir esse índice de infestação para menos de 1% de imóveis com foco. Entre fechados e com recusa de acesso, a Sala Nacional contabilizou 5,6 milhões de imóveis fechados.

“Os esforços das equipes para a identificação de criadouros e a orientação da população têm sido eficazes, tanto pelo número crescente de imóveis visitados quanto pelo de focos identificados nos estabelecimentos, confirmados pelos registros encaminhados à Sala Nacional pelos estados e municípios”, destaca o coordenador da Sala, do Ministério da Saúde, Marcus Quito, segundo a assessoria de imprensa do Ministério da Saúde.

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De acordo com o subsecretário de Vigilância em Saúde, Alexandre Chieppe, os locais que receberão o maior número de visitas dos agentes e dos militares foram definidos por vários fatores. "A definição do local foi definida não somente pelos dados epidemiológicos, mas também pela incidência dos casos de dengue, de zika e de chikungunya", afirmou Chieppe, nesta sexta-feira (12), em coletiva de imprensa, no Rio. Ele acrescentou que a Zona Oeste do Rio e a região da Leopoldina, que registraram o maior número de casos, terão maior atenção das equipes.

No estado, Angra dos Reis, Niteroi, Campos, Macae, Duque de Caxias, Itaguaí, Paracambi, São João de Meriti, Rio das Ostras, Nova Iguaçu, São Gonçalo, Saquarema e Itaperuna são algumas das cidades que mais preocupam, de acordo com informações do G1. O trabalho dos militares está dividido em quatro fases: a primeira ocorreu entre 29 de janeiro e quatro de fevereiro, onde eles atuaram para orientar o próprio pessoal para prevenir a proliferação da dengue dentro das organizações militares.

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A segunda fase do processo de combate ao mosquito ocorrerá no sábado (13), quando os militares distribuirão panfletos com orientações a população e visitarão locais com possíveis focos do Aedes. "A busca pelos focos já começará na etapa de amanhã, com os militares acompanhados por agentes de saúde", afirmou o almirante Fernandes.

Ele esclareceu que os imóveis fechados ou cujos moradores se recusarem a receber as equipes não serão invadidos. 

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*Com informações fornecidas pela Agência Saúde, do governo federal

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