Rio tem recorde de mortes 'em confronto'

Números do Instituto de Segurança Pública (ISP) revelam que a quantidade de mortes decorrentes de atividades policiais subiu nos oito primeiros meses deste ano, em comparação com o mesmo período de 2014 – aumento foi de 17,9% no estado e 30,4% na capital; das 1.023 mortes violentas registradas até agosto deste ano na cidade, 296 foram provocadas por policiais, ou seja, 22,18%, ou uma em cada cinco

Números do Instituto de Segurança Pública (ISP) revelam que a quantidade de mortes decorrentes de atividades policiais subiu nos oito primeiros meses deste ano, em comparação com o mesmo período de 2014 – aumento foi de 17,9% no estado e 30,4% na capital; das 1.023 mortes violentas registradas até agosto deste ano na cidade, 296 foram provocadas por policiais, ou seja, 22,18%, ou uma em cada cinco
Números do Instituto de Segurança Pública (ISP) revelam que a quantidade de mortes decorrentes de atividades policiais subiu nos oito primeiros meses deste ano, em comparação com o mesmo período de 2014 – aumento foi de 17,9% no estado e 30,4% na capital; das 1.023 mortes violentas registradas até agosto deste ano na cidade, 296 foram provocadas por policiais, ou seja, 22,18%, ou uma em cada cinco (Foto: Roberta Namour)


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247 - Números do Instituto de Segurança Pública (ISP) revelam um aumento significativo de mortes em “confronto” com a polícia nos oito primeiros meses deste ano, em comparação com o mesmo período de 2014 – aumento foi de 17,9% no estado e 30,4% na capital.

Das 1.023 mortes violentas registradas até agosto deste ano na cidade, 296 foram provocadas por policiais, ou seja, 22,18%, ou uma em cada cinco.

Imagens de policiais forjando o “confronto” com Eduardo Felipe Victor dos Santos, de 17 anos, para mascarar a morte do adolescente no Morro da Providência escancarou a gravidade da situação.

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No mês passado, a Anistia Internacional divulgou um relatório chamando a atenção para o caso: “O que ocorreu na Providência é mais um exemplo gravíssimo da prática de execuções adotada por policiais no Rio de Janeiro. Esse tem sido um padrão das operações em áreas de favelas: uma pessoa é executada e a cena do crime, alterada. A vítima é criminalizada e a morte, registrada como auto de resistência, pressupondo o confronto e a legítima defesa. As autoridades são as principais responsáveis pela persistência das execuções” disse Alexandre Ciconello, assessor de Direitos Humanos da Anistia Internacional.

O levantamento do ISP foi divulgado pelo Globo, aqui.

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