Rio tem protesto contra suspensão de internações em hospital de Niterói

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Universidade Federal Fluminense (Sintuff), realizou um ato público contra a suspensão de internações, exames e cirurgias no Hospital Universitário Antônio Pedro (HUAP), em Niterói, região metropolitana, por falta de verbas e repasses do Ministério da Saúde; o hospital, que, atende a população de Niterói e de mais sete municípios, está com esses procedimentos paralisados desde 8 de outubro

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Universidade Federal Fluminense (Sintuff), realizou um ato público contra a suspensão de internações, exames e cirurgias no Hospital Universitário Antônio Pedro (HUAP), em Niterói, região metropolitana, por falta de verbas e repasses do Ministério da Saúde; o hospital, que, atende a população de Niterói e de mais sete municípios, está com esses procedimentos paralisados desde 8 de outubro
O Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Universidade Federal Fluminense (Sintuff), realizou um ato público contra a suspensão de internações, exames e cirurgias no Hospital Universitário Antônio Pedro (HUAP), em Niterói, região metropolitana, por falta de verbas e repasses do Ministério da Saúde; o hospital, que, atende a população de Niterói e de mais sete municípios, está com esses procedimentos paralisados desde 8 de outubro (Foto: Leonardo Lucena)


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Da Agência Brasil

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Universidade Federal Fluminense (Sintuff), realizou na manhã desta quinta-feira (5) um ato público contra a suspensão de internações, exames e cirurgias no Hospital Universitário Antônio Pedro (HUAP), em Niterói, região metropolitana do Rio, por falta de verbas e repasses do Ministério da Saúde. O hospital, que, atende a populaação de Niterói e de mais sete municípios, está com esses procedimentos paralisados desde 8 de outubro.

O sindicato argumentou que a medida acarretou uma crise profunda no hospital, já que pacientes com cirurgias marcadas há meses tiveram de voltar para casa. A paralisação, em alguns setores do hospital, praticamente inviabilizou o atendimento. Alunos da área biomédica da Universidade Federal Fluminense utilizam o Antônio Pedro como hospital-escola e estão perdendo aulas práticas por conta da suspensão no atendimento.

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Assistente administrativa do hospital, Ligia Regina Martins destacou a falta de materiais para o trabalho. Segundo ela, pacientes estão sofrendo descaso por conta da situação. “Faltam álcool, seringas, lâmpadas etc. Temos de comprar equipamentos do próprio bolso para poder trabalhar."

A direção do Antônio Pedro confirmou a falta de medicamentos e insumos e de verbas do Ministério da Saúde. A unidade foi parcialmente abastecida ontem (4). Hoje à tarde ocorrerá  uma reunião para definir a continuidade ou não da suspensão de internações, exames e cirurgias. Durante a paralisação, somente duas cirurgias gerais emergenciais seram realizadas por semana.

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Em nota, o Ministério da Saúde informou que os repasses para os hospitais universitários estão regulares e que, este ano, garantiu a essas unidades um acréscimo de 14% de incentivos em relação ao que já é pago pelos procedimentos. Foi destinado adicional de R$ 207 milhões, totalizando pagamento de R$ 1,45 bilhão até outubro de 2015.

Sobre o Hospital Universitário Antônio Pedro, que é de gestão municipal, o Ministério da Saúde esclareceu que, no dia 22 de outubro, repassou R$ 1,8 milhão diretamente à unidade, por meio do Programa de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais (Rehuf).

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No documento, o Ministério ressaltou que a unidade recebeu em 2015 R$ 26,9 milhões, valor 70% maior que a produção informada, que foi de R$ 15,8 milhões. O Ministério da Saúde informou também que até o momento não recebeu pedido de aumento de recursos para a unidade.

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