Rio tem protesto contra prisão de ativistas

Um grupo de ativistas políticos promoveu uma lavagem simbólica da calçada em frente ao Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro; eles protestam contra a prisão de manifestantes, acusados de participarem de atos violentos e indiciados pela Polícia Civil por associação criminosa; os ativistas usaram água sanitária e desinfetante, em alusão à prisão do morador de rua Rafael Braga, acusado de estar portando um coquetel-molotov durante protesto de rua; porém, há informações que ele estava carregando produtos de limpeza

Um grupo de ativistas políticos promoveu uma lavagem simbólica da calçada em frente ao Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro; eles protestam contra a prisão de manifestantes, acusados de participarem de atos violentos e indiciados pela Polícia Civil por associação criminosa; os ativistas usaram água sanitária e desinfetante, em alusão à prisão do morador de rua Rafael Braga, acusado de estar portando um coquetel-molotov durante protesto de rua; porém, há informações que ele estava carregando produtos de limpeza
Um grupo de ativistas políticos promoveu uma lavagem simbólica da calçada em frente ao Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro; eles protestam contra a prisão de manifestantes, acusados de participarem de atos violentos e indiciados pela Polícia Civil por associação criminosa; os ativistas usaram água sanitária e desinfetante, em alusão à prisão do morador de rua Rafael Braga, acusado de estar portando um coquetel-molotov durante protesto de rua; porém, há informações que ele estava carregando produtos de limpeza (Foto: Leonardo Lucena)


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Vladimir Platonow - Repórter da Agência Brasil

Um grupo de ativistas políticos promoveu, no final da tarde de hoje (22), uma lavagem simbólica da calçada em frente ao Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Eles protestam contra a prisão de manifestantes, acusados de participarem de atos violentos e indiciados pela Polícia Civil por associação criminosa.

Os ativistas usaram água sanitária e desinfetante, em alusão à prisão do morador de rua Rafael Braga. Detido desde o ano passado no Complexo Penitenciário de Bangu, Rafael Braga foi acusado de estar portando um coquetel-molotov durante protesto de rua. No entanto, há informações que ele estava carregando produtos de limpeza.

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Com palavras como "Presos políticos, Liberdade já. Lutar não é crime, vocês vão nos pagar", os manifestantes discursaram em frente ao tribunal e criticaram a decisão judicial, em que foi decretada a prisão preventiva dos jovens.

Dezenas de cartazes e faixas foram estendidos na calçada, pedindo a libertação dos ativistas, presos no dia 12, antes da final da Copa do Mundo. Ele foram liberados por decisão do desembargador Siro Darlan, que acatou pedido de habeas corpus, mas as prisões foram decretadas novamente, desta vez, preventivamente.

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O protesto chamou a atenção do aposentado José Maria de Oliveira, de 88 anos, que contou ter sido preso e torturado durante a ditadura militar. "Foi um julgamento político contra esses jovens, puramente para amedrontar a juventude brasileira", disse, ao relatar ter sofrido torturas, junto com a esposa, por atuar em uma organização de esquerda.

Após o ato, o grupo decidiu seguir em passeata até a Cinelândia.

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