Rio tem protesto contra aumento de passagens

Pela terceira vez desde o reajuste de 40 centavos nas passagens, em 1º de janeiro, um grupo de manifestantes se reuniu no centro da capital fluminense, em protesto contra o aumento da tarifa de ônibus no Rio; de maioria jovens, o grupo se concentrou em frente à Candelária e percorreu cerca de três quilômetros até a Central do Brasil, terminal de trens da cidade; ao fim do ato, uma roleta de ônibus foi queimada e o grupo então se dispersou sem incidentes

Pela terceira vez desde o reajuste de 40 centavos nas passagens, em 1º de janeiro, um grupo de manifestantes se reuniu no centro da capital fluminense, em protesto contra o aumento da tarifa de ônibus no Rio; de maioria jovens, o grupo se concentrou em frente à Candelária e percorreu cerca de três quilômetros até a Central do Brasil, terminal de trens da cidade; ao fim do ato, uma roleta de ônibus foi queimada e o grupo então se dispersou sem incidentes
Pela terceira vez desde o reajuste de 40 centavos nas passagens, em 1º de janeiro, um grupo de manifestantes se reuniu no centro da capital fluminense, em protesto contra o aumento da tarifa de ônibus no Rio; de maioria jovens, o grupo se concentrou em frente à Candelária e percorreu cerca de três quilômetros até a Central do Brasil, terminal de trens da cidade; ao fim do ato, uma roleta de ônibus foi queimada e o grupo então se dispersou sem incidentes (Foto: Leonardo Lucena)


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Flávia Villela - Repórter da Agência Brasil

Pela terceira vez desde o reajuste de 40 centavos nas passagens, em 1º de janeiro, um grupo de manifestantes se reuniu hoje (26) no centro da capital fluminense, em protesto contra o aumento da tarifa de ônibus no Rio de Janeiros. De maioria jovens, o grupo se concentrou em frente à Candelária e percorreu cerca de três quilômetros até a Central do Brasil, terminal de trens da cidade.

A estudante de história, Natália Paes Leme, 21 anos, entregava panfletos com colegas do coletivo Rua Juventude Anticapitalista sobre os impactos das tarifas no bolso dos moradores das áreas urbanas.

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"Moro sozinha e pego três ônibus para a faculdade. Fico sem dinheiro para comer no fim do mês. Acabo tendo de pedir ajuda para minha mãe", disse Natália. "Além disso, os ônibus estão uma porcaria e cheios. São poucas linhas e sem ar condicionado. O preço não se justifica."

"Estou aqui pela causa, pela revogação do aumento. São 40 centavos que fazem uma diferença enorme e pesam no bolso do trabalhador", afirmou o estudante de sociologia Carlos Takashi, 24 anos.

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Com cartazes, faixas e palavras de ordem, os manifestantes cobraram a estatização do transporte público, tarifa zero, criticaram a violência policial e a criminalização das manifestações sociais. Integrantes do Movimento Sem Teto (Fist) também participaram com faixas para criticar o valor da tarifa, as remoções e os despejos dos mais pobres.

Dezenas de policiais militares acompanharam o trajeto da caminhada. Ao fim do ato, uma roleta de ônibus foi queimada e o grupo então se dispersou sem incidentes.

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O primeiro protesto contra o aumento das passagens, no dia 8 de janeiro, começou de forma pacífica, mas terminou em confronto entre alguns manifestantes e a Polícia Militar (PM) na Central do Brasil, centro da capital fluminense. 

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