Rio tem o segundo pior saldo na geração de empregos do País

O Rio de Janeiro teve o segundo pior saldo na geração de empregos em junho, com -5.689, resultado das 88.013 contratações menos as 93.702 demissões; o setor que teve o pior desempenho foi o de serviços, com saldo negativo de 3.693; o primeiro estado com o pior saldo foi o Rio Grande do Sul (-9.513); em terceiro lugar ficou o Paraná (-3.561)

O Rio de Janeiro teve o segundo pior saldo na geração de empregos em junho, com -5.689, resultado das 88.013 contratações menos as 93.702 demissões; o setor que teve o pior desempenho foi o de serviços, com saldo negativo de 3.693; o primeiro estado com o pior saldo foi o Rio Grande do Sul (-9.513); em terceiro lugar ficou o Paraná (-3.561)
O Rio de Janeiro teve o segundo pior saldo na geração de empregos em junho, com -5.689, resultado das 88.013 contratações menos as 93.702 demissões; o setor que teve o pior desempenho foi o de serviços, com saldo negativo de 3.693; o primeiro estado com o pior saldo foi o Rio Grande do Sul (-9.513); em terceiro lugar ficou o Paraná (-3.561) (Foto: Leonardo Lucena)


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Rio 247 - O Rio de Janeiro teve o segundo pior saldo na geração de empregos em junho, com -5.689, resultado das 88.013 contratações menos as 93.702 demissões. Ou seja, o número de fechamentos de postos de trabalho foi superior ao de abertura de vagas em 5.689. O primeiro estado com o pior saldo foi o Rio Grande do Sul (-9.513). Em terceiro lugar ficou o Paraná (-3.561). É que apontam os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nessa segunda-feira (17), pelo Ministério do Trabalho,

No Rio, o setor que teve o pior desempenho foi o de serviços, com saldo negativo de 3.693, seguido pela indústria de transformação (-1.330) e pelo comércio (-757).

Na outra ponta da tabela, o primeiro lugar na geração de empregos foi para Minas Gerais, com saldo de 15.445, seguido por Mato Grosso (5.779) e por Goiás (4.795).

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O Brasil fechou o mês de junho com novo saldo positivo na criação de empregos. Foram abertos 9.821 postos de trabalho, em todo o país – uma variação de +0,03% em relação ao estoque do mês anterior. 

O resultado de junho reflete a diferença entre 1.181.930 admissões e 1.172.109 desligamentos. No acumulado do ano, o crescimento chega a 67.358 vagas abertas, representando expansão de 0,18% em relação ao estoque de dezembro de 2016. Em igual período de 2016, o saldo foi negativo em -531.765.

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No acumulado dos últimos 12 meses, o Caged ainda aponta uma redução de 749.060 postos de trabalho, mas na comparação entre o saldo positivo de junho de 2017 (+9.821 postos) com o mesmo mês do ano passado (-91.032 postos) e de 2015 (-11.199 postos).

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