Rio ganha força-tarefa social contra a violência

O estado do Rio de Janeiro terá uma força-tarefa para atuar na área social, em uma parceria entre os governos federal, estadual e municipal; a intenção é reduzir os índices de criminalidade e violência; este foi o resultado da reunião, no Palácio Guanabara, sede do governo fluminense, entre ministros do governo Temer e secretários estaduais; o governo federal está avaliando a declaração de situação de emergência social para o Rio de Janeiro, para agilizar a liberação de recursos

O estado do Rio de Janeiro terá uma força-tarefa para atuar na área social, em uma parceria entre os governos federal, estadual e municipal; a intenção é reduzir os índices de criminalidade e violência; este foi o resultado da reunião, no Palácio Guanabara, sede do governo fluminense, entre ministros do governo Temer e secretários estaduais; o governo federal está avaliando a declaração de situação de emergência social para o Rio de Janeiro, para agilizar a liberação de recursos
O estado do Rio de Janeiro terá uma força-tarefa para atuar na área social, em uma parceria entre os governos federal, estadual e municipal; a intenção é reduzir os índices de criminalidade e violência; este foi o resultado da reunião, no Palácio Guanabara, sede do governo fluminense, entre ministros do governo Temer e secretários estaduais; o governo federal está avaliando a declaração de situação de emergência social para o Rio de Janeiro, para agilizar a liberação de recursos (Foto: Leonardo Lucena)


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Agência Brasil

O estado do Rio de Janeiro terá uma força-tarefa para atuar na área social, em uma parceria entre os governos federal, estadual e municipal. A intenção é reduzir os índices de criminalidade e violência. Este foi o resultado da reunião desta segunda-feira (5), no Palácio Guanabara, sede do governo fluminense, entre ministros do governo Temer e secretários estaduais. O governo federal está avaliando a declaração de situação de emergência social para o Rio de Janeiro, para agilizar a liberação de recursos.

A reunião no Rio teve a participação dos ministros do Desenvolvimento Social e Agrário, Osmar Terra; do Esporte, Leonardo Picciani; o secretário estadual da Casa Civil e Desenvolvimento Econômico, Christino Áureo; além da presidente do RioSolidário [instituição de programas sociais ligada ao governo estadual] e primeira-dama do estado, Maria Lúcia Horta Jardim.

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Um grupo de trabalho criado com representantes dos três níveis de governo vai definir, em uma semana, os programas que serão priorizados. De acordo com o secretário Cristino Áureo, até sexta-feira (9) será elaborada uma proposta com informações sobre orçamento e do aproveitamento de programas que já foram utilizados ou que, por causa da crise financeira, estão funcionando precariamente. O secretário acrescentou que esta análise é importante para estabelecer a participação do governo federal.

Emergência social

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Algumas medidas já estão em estudo, como a concessão de recursos do Programa Bolsa Família para famílias que tenham jovens participantes de programas de capacitação da tecnologia da informação e em programas esportivos. Além disso, está em avaliação a criação de situação de emergência social, associada à questão da violência. A ideia com esta medida é diminuir a burocracia para a liberação dos recursos.

O ministro Osmar Terra afirmou que o Rio está com sérios problemas, por isso, é necessária uma operação articulada na área de segurança. Acrescentou que vai trabalhar em Brasília na análise das informações e dos pedidos apresentados pelos governos estadual e municipal e ver o que pode ser feito de forma mais urgente. “A União trabalha a ideia de criar um estado de emergência social associada à questão da violência, para trabalhar a burocracia, facilitando repasses”, disse o ministro.

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Na área do esporte, segundo o ministro Leonardo Picciani, a força-tarefa vai atuar com os ministérios da Saúde e da Educação. Para o ministro, o trabalho não pode ficar concentrado apenas no município do Rio. “É importante que a gente não limite essa ação apenas à cidade do Rio de Janeiro, que a gente estenda para a Baixada e para os demais municípios da Região Metropolitana. O esporte é uma importante ferramenta, sobretudo de atração dos jovens, para fazer com que ele possa buscar um outro caminho, que não seja o do crime”, apontou.

Na visão do secretário estadual de Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento Social, Pedro Fernandes, a ajuda do governo federal vem em um momento de dificuldades para o Rio. “A carência de programas sociais gera violência, evasão escolar, entre outros problemas sérios. Tenho certeza que essa parceria vai ajudar a complementar o trabalho da segurança pública, em um momento delicado em que vivemos, em um esforço conjunto de todos os poderes”, indicou.

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A força-tarefa das ações sociais vai complementar o plano de segurança, anunciado nesta segunda-feira, pelo presidente Michel Temer, em reunião no Palácio do Planalto com ministros, o governador Luiz Fernando Pezão, o prefeito Marcelo Crivella e o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

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