Rio faz terceiro mutirão de combate ao Aedes aegypti

A Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro começou, na Grande Tijuca, zona norte do Rio, a terceira etapa do mutirão de combate ao mosquito Aedes aegypti, vetor da dengue, do vírus zika e do chikungunya; a ação tem como objetivo, além de eliminar possíveis focos de proliferação do mosquito, promover o envolvimento da população para que todos colaborarem no combate ao inseto em suas próprias residências

aedes aegypti dengue zika
aedes aegypti dengue zika (Foto: Leonardo Lucena)


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Da Agência Brasil

A Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro começou hoje (28), na Grande Tijuca, zona norte do Rio, a terceira etapa do mutirão de combate ao mosquito Aedes aegypti, vetor da dengue, do vírus zika e do chikungunya.

A ação tem como objetivo, além de eliminar possíveis focos de proliferação do mosquito,  promover o envolvimento da população para que todos colaborarem no combate ao inseto em suas próprias residências.

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O coordenador-geral de Atenção Primária da Região da Grande Tijuca, Alexandre Modesto, acredita que o Rio tem grande potencial para ter de enfrentar um número elevado de casos, por causa do calor no verão.

“A gente tem a previsão de passar pelo verão mais quente dos últimos 50 anos, o que trará muita chuva e provocará aumento no número de vetores da doença. A área da Grande Tijuca tem o terceiro pior índice do Rio. Levando tudo isso em consideração, é inevitável que a preocupação seja enorme”, disse.

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Como a maioria dos focos está dentro das casas, Modesto reitera a importância da população no combate ao mosquito. De acordo com o coordenador-geral, um dos grandes vilões está escondido no banheiro.

“Todos sabem dos focos clássicos, que são a caixa d’água destampada, as piscinas e os vasos de planta. Mas o que poucos sabem, e que causa surpresa, é que os ralos dos banheiros também são locais de proliferação dos mosquitos”, alertou.

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Ele explicou que os ralos ficam tampados e não se consegue ver o fundo. Outro fato é que a maioria tem a sua área de escoamento prejudicada porque galhos e folhas ficam presos, impedindo a passagem e acumulando água no fundo.

“Isso se torna um criadouro perfeito para o mosquito, já que ali há água parada, em um ambiente escuro ao qual as pessoas não têm acesso, ajudando no desenvolvimento da larva”, disse.

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A Secretaria Municipal de Saúde conta com mais de três mil agentes de vigilância ambiental. As equipes estão em toda a cidade, durante todo o ano, mesmo nos meses de menor presença do mosquito.

Antes da Tijuca, foram promovidos mutirões nas regiões de Madureira, Santa Cruz e Sepetiba, e também em Campo Grande. Em 2015, até o momento, foram feitas mais de 9 milhões de visitas de inspeção a imóveis em busca de focos do vetor, eliminando 999 mil depósitos e tratando outros 3 milhões.

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