Rio discute soluções para enfrentar a tuberculose

O Rio é o estado com maior incidência de tuberculose em todo o país, registrando 70 casos a cada 100 mil habitantes; superintendente de Vigilância em Saúde da secretaria, Alexandre Chieppe informou que o maior desafio no enfrentamento da doença é uma articulação entre as secretarias de governo; "De forma geral, as pessoas mais afetadas pela tuberculose são aquelas com nível socioeconômico mais baixo, que vivem em lugares aglomerados, sem acesso a ventilação e luminosidade. Não temos como eliminar a doença se não pensarmos em moradia saudável, ocupação melhor do espaço urbano e diminuição da pobreza", afirmou

O Rio é o estado com maior incidência de tuberculose em todo o país, registrando 70 casos a cada 100 mil habitantes; superintendente de Vigilância em Saúde da secretaria, Alexandre Chieppe informou que o maior desafio no enfrentamento da doença é uma articulação entre as secretarias de governo; "De forma geral, as pessoas mais afetadas pela tuberculose são aquelas com nível socioeconômico mais baixo, que vivem em lugares aglomerados, sem acesso a ventilação e luminosidade. Não temos como eliminar a doença se não pensarmos em moradia saudável, ocupação melhor do espaço urbano e diminuição da pobreza", afirmou
O Rio é o estado com maior incidência de tuberculose em todo o país, registrando 70 casos a cada 100 mil habitantes; superintendente de Vigilância em Saúde da secretaria, Alexandre Chieppe informou que o maior desafio no enfrentamento da doença é uma articulação entre as secretarias de governo; "De forma geral, as pessoas mais afetadas pela tuberculose são aquelas com nível socioeconômico mais baixo, que vivem em lugares aglomerados, sem acesso a ventilação e luminosidade. Não temos como eliminar a doença se não pensarmos em moradia saudável, ocupação melhor do espaço urbano e diminuição da pobreza", afirmou (Foto: Leonardo Lucena)


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Da Agência Brasil

O Rio de Janeiro é o estado com maior incidência de tuberculose em todo o país, registrando 70 casos a cada 100 mil habitantes. Para discutir os problema e marcar o Dia Estadual de Conscientização Mobilização e Combate à Tuberculose, a Secretaria de Estado de Saúde (SES-RJ) promoveu hoje (6) um evento que reuniu médicos, gestores e membros da sociedade civil.

Superintendente de Vigilância em Saúde da secretaria, Alexandre Chieppe informou que o maior desafio no enfrentamento da doença é uma articulação entre as secretarias de governo, porque, segundo ele, a questão da tuberculose não envolve somente a saúde.

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"De forma geral, as pessoas mais afetadas pela tuberculose são aquelas com nível socioeconômico mais baixo, que vivem em lugares aglomerados, sem acesso a ventilação e luminosidade. Não temos como eliminar a doença se não pensarmos em moradia saudável, ocupação melhor do espaço urbano e diminuição da pobreza", afirmou Chieppe.

A Secretaria de Saúde anunciou para hoje, em pareceria com a equipe de funk carioca Furacão 2000, o início de nova campanha de conscientização em diversas comunidades do estado. Alexandre Chieppe explicou a importância da campanha para informar a população e estimular a procura dos serviços de saúde nos primeiros sintomas da doença.

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"A tuberculose tem cura, mas ainda observamos grande número de óbitos, por conta do diagnóstico tardio. As pessoas devem reconhecer que a tuberculose ainda existe. Se houver registro de tosse por mais de3 semanas seguidas, cansaço e dor no peito, é preciso procurar imediatamente um médico", acrescentou.

Coordenador do Observatório Tuberculose Brasil, da Fundação Oswaldo Cruz, que articula ações de pesquisa e monitora as políticas públicas relacionadas à área, Carlos Basílio destacou que o grande número de pessoas infectadas se deve também às taxas de reincidência da doença.

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"O tratamento de tuberculose dura, em média, seis meses. Durante esse tempo, o paciente precisa tomar a medicação de forma correta e realizar os exames de acompanhamento. Muita gente abandona o tratamento, o que dificulta a cura".

Basílio também abordou a questão do preconceito. "Muitas pessoas pensam que o paciente com tuberculose deve ser afastado do convívio social. Em alguns casos, quem sofre da doença é demitido do trabalho por conta dela. É importante saber que, se o tratamento for adequado, após o primeiro mês de medicação a doença deixa de ser transmissora. Ou seja, o paciente pode desempenhar suas funções normalmente, sem oferecer riscos de contágio aos demais", explicou.

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De acordo com dados do Ministério da Saúde, em 2014 o Brasil teve uma média de 33,5 casos a cada 100 mil habitantes, além de 2,3 óbitos a cada 100 mil. Somente no estado do Rio de Janeiro, o número de casos foi quase o dobro: aproximadamente 70 a cada 100 mil. As taxas estão bem acima do considerado tolerável pela Organização Mundial de Saúde (OMS), que recomenda número abaixo dos cinco casos a cada 100 mil.

A tuberculose é uma doença causada pelo bacilo de Koch, bactéria que ataca principalmente os pulmões, mas pode ocorrer também nos ossos, rins e meninges. Ela é transmitida de forma direta. Ao espirrar ou tossir, o doente expele bactérias, que podem ser aspiradas por outra pessoa, contaminando-a.

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