Rio derruba obrigatoriedade de uso de máscaras de proteção contra Covid-19

Comitê Científico de Enfrentamento à Covid-19 da Prefeitura do Rio de Janeiro, porém, manteve a cobrança do passaporte de vacinação em restaurantes, teatros e pontos turísticos

(Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil)


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247 - O Comitê Científico de Enfrentamento à Covid-19 da Prefeitura do Rio de Janeiro aprovou a desobrigação do uso de máscaras contra a Covid-19 em todos os espaços, incluindo os fechados, na capital fluminense. Com isso, o Rio passa a ser a primeira capital do país a  ser a primeira capital do país a flexibilizar o uso de máscaras em locais fechados.

O órgão, porém, manteve a cobrança do passaporte de vacinação  em restaurantes, teatros e pontos turísticos. Esta medida, contudo, só deverá  ser flexibilizada após a imunização alcançar 74% da população vacinada com a dose de reforço. No momento, esse índice é de 54%, segundo as autoridades sanitárias. 

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O secretário municipal de Saúde do Rio, Daniel Soranz, justificou a medida afirmando que a taxa de contaminação é de 0,51% e a de internação é de 0,9% (ou seja, apenas 46 pessoas internadas na cidade com a Covid-19). Ele também disse que o número de óbitos decorrentes da doença segue em queda no município. O prefeito do Rio, Eduardo Paes, confirmou a iniciativa por meio das redes sociais e afirmou que espera abolir o passaporte vacinal em até três semanas.

“Cumprindo as determinações do Comitê Científico amanhã sai decreto acabando com a obrigatoriedade de máscaras em espaços abertos e fechados.  Com um esforço para vacinar aqueles que podem tomar dose de reforço,  em 3 semanas acabamos tb com o passaporte”, postou. 

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Na semana passada, o governo decidiu que cada prefeitura será responsável por flexibilizar ou não a obrigatoriedade do uso de máscaras em ambientes fechados ou ao ar livre. Na capital, as pessoas já podem circular sem a proteção ao ar livre desde 27 de outubro do ano passado. 

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