Rio de Janeiro tem 1º caso confirmado de coronavírus

Secretaria Estadual de Saúde informou na tarde desta quinta-feira (5) que está confirmado o primeiro caso de novo coronavírus no estado do Rio

(Foto: Agencia Brasil)


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247 - O governo do Rio de Janeiro confirmou nesta quinta-feira (5) o 1º caso de coronavírus do estado.

Na última quarta-feira (4), o número de suspeitos de coronavírus no Rio de Janeiro era de 55. Desde o início das análises, outros 52 casos foram descartados. 

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Leia também reportagem Agência Brasil sobre o assunto:

Nesta terça-feira (3), o subsecretário de Vigilância em Saúde, Wanderson de Oliveira, anunciou que o Brasil registra 488 casos suspeitos do novo coronavírus. Também disse que 240 casos foram descartados. Até o momento, o Brasil confirmou dois casos do novo coronavírus. Os pacientes moram em São Paulo e contraíram a doença durante visita recente à Itália.

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O relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS), divulgado ontem (2), mostra que o Covid-19 está presente em 64 países e a taxa de letalidade é de 3,4%.

O secretário executivo do Ministério da Saúde, João Gabbardo, disse que novos países serão incluídos na lista para definir suspeitos de coronavírus, entre eles os Estados Unidos. A lista de 16 países subiu para 27. Acredita-se que nos próximos dias, aumente muito o número de casos suspeitos no Brasil já que os Estados Unidos é um país bastante visitado por brasileiros.

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Corrida aos hospitais

O secretário explicou que não há necessidade das pessoas que apresentam tosse ou febre leve corram para as unidades de saúde. Ele recomenda que se o cidadão apresenta alguns dos sintomas, pode ligar para o 136 para tirar dúvidas.

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“Nós não precisamos impor as pessoas que procurem as unidades de saúde com sintomas leves. Vamos deixar para ir à unidade médica quem está com sintomas mais graves”.

O governo estuda aumentar a capacidade de atendimento nas Unidades de Atenção Básica de Saúde. “Unidades básicas de saúde terão uma nova política de incentivo para ampliar a oferta de atendimento para evitar a sobrecarga nas emergências dos hospitais.”

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Gabbardo também explicou que à medida que o vírus se espalha pelo mundo, será mudado o critério para dizer se o paciente é um caso suspeito de coronavírus. “Em breve será: tem sintomas e tem viagem internacional entra para lista de suspeito. Não será mais necessário fazer lista de países suspeitos.” E antecipou que chegará um momento em que será adotada a vigilância sentinela, que monitora a tendência de aumento da circulação do vírus na região.

Ministério de Saúde ampliou o número de laboratórios capazes de detectar o Covid-19. Além de São Paulo, Rio Grande do Sul, Amazonas, Espírito Santo, Paraná e Santa Catarina estão preparados para fazer exame que detecta o novo coronavírus. “Temos que ter resposta laboratorial condizentes a nova demanda”, afirmou Gabbardo.  

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Fake news sobre coronavírus

Gabbardo criticou as notícias falsas (fake news) que estão circulando nas redes sociais. Citou o vídeo que fala do impacto do álcool em gel no teste do bafômetro.

"Isso tecnicamente é impossível. Ninguém vai ser multado em uma barreira de trânsito porque passou álcool gel nas mãos. O uso das fake news é muito prejudicial para toda a população. O uso do álcool gel é fundamental."

Circulação do novo coronavírus no Brasil

Oliveira disse que não há ainda comprovação de que o vírus já esteja circulando no Brasil. “Estamos monitorando todos os casos de febre e sintoma respiratório. Nós temos uma série de evidências mostrando que ocorrem casos a partir de casos assintomáticos.”

Ontem (1), o ministro de Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações, Marcos Pontes, anunciou que o país prevê o investimento de R$ 10 milhões em pesquisas voltadas para mapeamento e sequenciamento do Covid-19.

O subsecretário de Vigilância em Saúde ressaltou que a decisão é do país sede, mas acredita que até lá o Japão terá condições de sediar o evento esportivo com segurança. "Somos solidários ao Japão. Vivemos uma situação semelhante na época da Olimpíada no Rio com a vírus Zika. Temos que avaliar a evolução da ciência nos próximos dois meses que vai eluciadar muitas ações. Acho que o Japão tem capacidade para realizar o evento. Lá estará no verão e o Japão tem um bom sistema de saúde", afirmou.

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