Região metropolitana do RJ tem o maior IPCA-15 do País

Com alta de 1,35% no primeiro mês do ano, o Rio de Janeiro foi a região metropolitana que registrou a maior inflação medida pelo IPCA-15 de janeiro; a alta da região chegou a ser 0,46 ponto percentual superior à variação média do IPCA-15 para a totalidade das regiões do país que foi 0,89%; para a alta no Rio, foi decisiva a pressão exercida pelos alimentos, que chegaram a subir 1,96%, seguida das tarifas de ônibus urbanos (4,67%), item que refletiu parte do reajuste de 13,34% que entrou em vigor a partir de 2 de janeiro

Com alta de 1,35% no primeiro mês do ano, o Rio de Janeiro foi a região metropolitana que registrou a maior inflação medida pelo IPCA-15 de janeiro; a alta da região chegou a ser 0,46 ponto percentual superior à variação média do IPCA-15 para a totalidade das regiões do país que foi 0,89%; para a alta no Rio, foi decisiva a pressão exercida pelos alimentos, que chegaram a subir 1,96%, seguida das tarifas de ônibus urbanos (4,67%), item que refletiu parte do reajuste de 13,34% que entrou em vigor a partir de 2 de janeiro
Com alta de 1,35% no primeiro mês do ano, o Rio de Janeiro foi a região metropolitana que registrou a maior inflação medida pelo IPCA-15 de janeiro; a alta da região chegou a ser 0,46 ponto percentual superior à variação média do IPCA-15 para a totalidade das regiões do país que foi 0,89%; para a alta no Rio, foi decisiva a pressão exercida pelos alimentos, que chegaram a subir 1,96%, seguida das tarifas de ônibus urbanos (4,67%), item que refletiu parte do reajuste de 13,34% que entrou em vigor a partir de 2 de janeiro (Foto: Leonardo Lucena)


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Nielmar de Oliveira - Repórter da Agência Brasil

Com alta de 1,35% no primeiro mês do ano, o Rio de Janeiro foi a região metropolitana que registrou a maior inflação medida pelo índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) de janeiro. O IPCA-15 é uma prévia da inflação oficial no país.

A alta da região chegou a ser 0,46 ponto percentual superior à variação média do IPCA-15 para a totalidade das regiões do país que foi 0,89%. Para a alta no Rio, foi decisiva a pressão exercida pelos alimentos, que chegaram a subir 1,96%, seguida das tarifas de ônibus urbanos (4,67%), item que refletiu parte do reajuste de 13,34% que entrou em vigor a partir de 2 de janeiro.

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O menor índice foi o de Salvador (0,49%), onde os combustíveis tiveram queda 1,56%, além da energia elétrica que também apresentou queda (-1,91%) em razão da redução das alíquotas do PIS/COFINS.

Com variações acima da taxa global do IPCA-15 de 0,89% aparecem ainda Goiânia (alta de 1,15%); Porto Alegre (1,12%); e São Paulo (0,92%). Abaixo da taxa para o total do país, além de Salvador, aparecem Belém (0,85%); Fortaleza e Belo Horizonte (ambas com 0,72%); Curitiba (0,70%); Brasília (0,67%); e Recife (0,55%).

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O IPCA-15 registra a variação dos preços de metade do mês anterior ao de referência e da primeira metade do próprio mês de referência, enquanto o IPCA abrange o mês de referência em sua totalidade de dias.

Com a mesma metodologia adotada pelo IPCA, o IPCA-15 refere-se à variação dos preços das famílias com rendimento de 1 a 40 salários mínimos, abrangendo as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e Goiânia.

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