Região dos Lagos tem operação contra o tráfico

O Ministério Público Estadual e a Polícia Federal fazem uma operação para prender 26 pessoas acusadas de tráfico de drogas e armas, formação de quadrilha, receptação e lavagem de dinheiro na Região dos Lagos fluminense; todas elas tiveram prisão preventiva decretada pela Justiça; segundo a denúncia do Ministério Público, o grupo mantinha pontos de vendas de drogas em várias localidades da região

O Ministério Público Estadual e a Polícia Federal fazem uma operação para prender 26 pessoas acusadas de tráfico de drogas e armas, formação de quadrilha, receptação e lavagem de dinheiro na Região dos Lagos fluminense; todas elas tiveram prisão preventiva decretada pela Justiça; segundo a denúncia do Ministério Público, o grupo mantinha pontos de vendas de drogas em várias localidades da região
O Ministério Público Estadual e a Polícia Federal fazem uma operação para prender 26 pessoas acusadas de tráfico de drogas e armas, formação de quadrilha, receptação e lavagem de dinheiro na Região dos Lagos fluminense; todas elas tiveram prisão preventiva decretada pela Justiça; segundo a denúncia do Ministério Público, o grupo mantinha pontos de vendas de drogas em várias localidades da região (Foto: Leonardo Lucena)


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Vitor Abdala - Repórter da Agência Brasil

O Ministério Público Estadual e a Polícia Federal fazem hoje (27) uma operação para prender 26 pessoas acusadas de tráfico de drogas e armas, formação de quadrilha, receptação e lavagem de dinheiro na Região dos Lagos fluminense. Todas elas tiveram prisão preventiva decretada pela Justiça.

Segundo a denúncia do Ministério Público, o grupo mantinha pontos de vendas de drogas em várias localidades da região. O acusado de chefiar a organização era Carlos Eduardo Rocha Freire Barboza, conhecido como Cadu Playboy, que também seria o responsável por comprar e fornecer armas de fogo e munição a seus associados.

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As pessoas também são acusadas de lavar os recursos do tráfico de drogas com bens em seus nomes. Um dos acusados de envolvimento com o esquema de lavagem de dinheiro é o pai de Cadu Playboy, Francisco Eduardo Freire Barbosa, que, segundo o MP, é presidente da Empresa Cabista de Desenvolvimento Urbano e Turismo (Ecatur), subordinada à prefeitura de Arraial do Cabo.

A organização é acusada ainda de se envolver em crimes eleitorais durante o pleito de outubro de 2014. Moradores de Cabo Frio e Arraial do Cabo teriam sido arregimentados pelo grupo para votar em candidatos a deputado estadual e federal.

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