Rebelião em presídio do Rio: agentes reféns, chamas e Bope a caminho

Dois dias após a intervenção militar no Rio de Janeiro, numa decisão tomada por Michel Temer para tentar ganhar popularidade surfando na agenda da segurança, explodiu uma rebelião na penitenciária Milton Dias Moreira, em Japeri, na Baixada Fluminense; pelo menos quatro agentes penitenciários, um deles chefe de segurança da cadeia, são feitos reféns pelos detentos e um grupo do Batalhão de Operações Especiais (Bope) está a caminho; intervenção tem sido criticada por especialistas e vários partidos políticos, que condenam a o caráter demagógico e eleitoreiro da decisão tomada por Temer

Dois dias após a intervenção militar no Rio de Janeiro, numa decisão tomada por Michel Temer para tentar ganhar popularidade surfando na agenda da segurança, explodiu uma rebelião na penitenciária Milton Dias Moreira, em Japeri, na Baixada Fluminense; pelo menos quatro agentes penitenciários, um deles chefe de segurança da cadeia, são feitos reféns pelos detentos e um grupo do Batalhão de Operações Especiais (Bope) está a caminho; intervenção tem sido criticada por especialistas e vários partidos políticos, que condenam a o caráter demagógico e eleitoreiro da decisão tomada por Temer
Dois dias após a intervenção militar no Rio de Janeiro, numa decisão tomada por Michel Temer para tentar ganhar popularidade surfando na agenda da segurança, explodiu uma rebelião na penitenciária Milton Dias Moreira, em Japeri, na Baixada Fluminense; pelo menos quatro agentes penitenciários, um deles chefe de segurança da cadeia, são feitos reféns pelos detentos e um grupo do Batalhão de Operações Especiais (Bope) está a caminho; intervenção tem sido criticada por especialistas e vários partidos políticos, que condenam a o caráter demagógico e eleitoreiro da decisão tomada por Temer (Foto: Leonardo Attuch)


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Rio 247 – Dois dias após a intervenção militar no Rio de Janeiro, numa decisão tomada por Michel Temer para tentar ganhar popularidade surfando na agenda da segurança, explodiu uma rebelião na penitenciária Milton Dias Moreira, em Japeri, na Baixada Fluminense. Pelo menos quatro agentes penitenciários, um deles chefe de segurança da cadeia, são feitos reféns pelos detentos e um grupo do Batalhão de Operações Especiais (Bope) está a caminho.

A intervenção militar tem sido criticada por especialistas e vários partidos políticos, que condenam a o caráter demagógico e eleitoreiro da decisão tomada por Temer.

Segundo o jornal Extra, as 54 unidades prisionais do estado do Rio estão em alerta desde a última sexta-feira, quando o Temer decretou intervenção federal na Segurança Pública do Rio. Mais cedo, em nota, a Secretaria de Administração Penteinciária informou que a medida foi tomada para evitar possíveis tentativas de fuga. Segundo a pasta, "a intervenção abrange todos os setores da segurança pública e, dessa forma, coube ao Secretário antecipar algumas medidas de controle, na intenção de evitar qualquer reação da população carcerária".

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