Quebra do Rio terá seu vilão: Sergio Cabral

Prestes a ser denunciado na Operação Saqueador, que investiga os negócios da Delta, de Fernando Cavendish, o ex-governador Sergio Cabral será o símbolo da quebra do Rio de Janeiro; Cavendish promete delatar as farras da turma de Cabral em Paris e já disse até ter comprado um anel de R$ 800 mil à esposa do político; enquanto isso, o sucessor de Cabral, Luiz Fernando Pezão, decide descontar 30% dos salários dos servidores, aumentar impostos e acabar até com restaurantes populares no Rio; não será surpresa se, nesse contexto, o juiz Marcelo Bretas, que conduz a Operação Saqueador, decidir impor a Cabral, que não tem foro privilegiado, a mais dura guilhotina judicial já vista no País

Prestes a ser denunciado na Operação Saqueador, que investiga os negócios da Delta, de Fernando Cavendish, o ex-governador Sergio Cabral será o símbolo da quebra do Rio de Janeiro; Cavendish promete delatar as farras da turma de Cabral em Paris e já disse até ter comprado um anel de R$ 800 mil à esposa do político; enquanto isso, o sucessor de Cabral, Luiz Fernando Pezão, decide descontar 30% dos salários dos servidores, aumentar impostos e acabar até com restaurantes populares no Rio; não será surpresa se, nesse contexto, o juiz Marcelo Bretas, que conduz a Operação Saqueador, decidir impor a Cabral, que não tem foro privilegiado, a mais dura guilhotina judicial já vista no País
Prestes a ser denunciado na Operação Saqueador, que investiga os negócios da Delta, de Fernando Cavendish, o ex-governador Sergio Cabral será o símbolo da quebra do Rio de Janeiro; Cavendish promete delatar as farras da turma de Cabral em Paris e já disse até ter comprado um anel de R$ 800 mil à esposa do político; enquanto isso, o sucessor de Cabral, Luiz Fernando Pezão, decide descontar 30% dos salários dos servidores, aumentar impostos e acabar até com restaurantes populares no Rio; não será surpresa se, nesse contexto, o juiz Marcelo Bretas, que conduz a Operação Saqueador, decidir impor a Cabral, que não tem foro privilegiado, a mais dura guilhotina judicial já vista no País (Foto: Leonardo Attuch)


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Rio 247 – Menos de três meses depois das Olimpíadas, o Rio de Janeiro está assumidamente quebrado. Em consequência disso, o governador Luiz Fernando Pezão, que reassumiu o cargo após o tratamento contra um câncer, anunciou o mais amargo pacote de austeridade já visto no País, que contempla desconto de 30% no salário dos servidores, aumento de impostos e até o fechamento de restaurantes populares (saiba mais aqui).

É evidente, portanto, que a população do Rio de Janeiro irá se revoltar. E tudo indica que essa ira será dirigida contra um personagem: o ex-governador Sergio Cabral, que já é um dos principais alvos da Operação Saqueador, contra a Delta, de Fernando Cavendish, empreiteiro que cresceu nos tempos de bonança do Rio.

Cavendish e seus executivos pretendem delatar Cabral, seus secretários e até a esposa do ex-governador, Adriana Ancelmo, a quem ele deu um anel de R$ 800 mil. O empreiteiro pretende revelar detalhes das farras que pagou para a equipe de Cabral em Paris, em festas que renderam à trupe o apelido de "gangue dos guardanapos".

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Como Cabral não tem foro privilegiado, ele deve ser julgado pelo juiz Marcelo Bretas, que é tido como mais duro até do que Sergio Moro, da Lava Jato. Num ambiente explosivo como o do Rio de Janeiro, não será surpresa se o ex-governador do Rio vier a receber uma das mais duras guilhotinas judiciais da história do País.


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