Provável saída de Alckmin do PSDB divide o eleitorado tucano e mexe com o xadrez político em São Paulo
Ex-governador deve se filiar ao PSD, de Gilberto Kassab, para enfrentar Rodrigo Garcia, do PSDB
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247 – O jornalista Pedro Venceslau, do Estado de S. Paulo, detalhou o xadrez da sucessão ao governo de São Paulo, com a provável saída do ex-governador Geraldo Alckmin do PSDB, em direção ao PSD, de Gilberto Kassab. "O atual vice-governador, Rodrigo Garcia, que recentemente trocou o DEM pelo PSDB, é o 'herdeiro político' do governador João Doria, que planeja disputar a Presidência. Garcia deve assumir o cargo em abril, quando vence o prazo de desincompatibilização de Doria, mas já está viajando pelo interior. Garcia terá retaguarda da máquina estadual na disputa com Alckmin pelo apoio dos partidos do centro e Centrão", informa Venceslau.
"Já Alckmin, que deve se filiar ao PSD, está conversando com PSB – o também ex-governador Márcio França pode ser seu candidato a vice. Esse grupo está em tratativas com o PV, Podemos, Avante, Solidariedade e outras siglas menores. Com isso, Alckmin e Garcia teriam os maiores espaços da propaganda eleitoral", prossegue o jornalista.
Esta divisão, em tese, pode abrir espaço para uma alternativa progressista em São Paulo, mas a esquerda segue dividida entre Fernando Haddad, do PT, e Guilherme Boulos, do Psol. Por fim, a direita bolsonarista deve ter um nome e o PTB busca filiar os ex-ministros Ricardo Salles (Meio Ambiente), Abraham Weintraub (Educação) e o deputado Luiz Philippe de Orleans e Bragança. Além disso, o Novo já lançou o deputado federal Vinicius Poit e outro nome apresentado é o do deputado estadual Arthur do Val.
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