Professores manterão greve até o dia 15 no Rio

Em mais uma assembleia do Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação, os servidores decidira manter a greve no setor, que já dura 61 dias; a paralisação está garantida pelo menos até 15 de outubro, Dia do Professor, quando deve ser feita nova reunião de professores e funcionários de escolas

Em mais uma assembleia do Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação, os servidores decidira manter a greve no setor, que já dura 61 dias; a paralisação está garantida pelo menos até 15 de outubro, Dia do Professor, quando deve ser feita nova reunião de professores e funcionários de escolas
Em mais uma assembleia do Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação, os servidores decidira manter a greve no setor, que já dura 61 dias; a paralisação está garantida pelo menos até 15 de outubro, Dia do Professor, quando deve ser feita nova reunião de professores e funcionários de escolas (Foto: Leonardo Lucena)


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Vinícius Lisboa
Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro – Em mais uma assembleia do Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação, os servidores decidiram hoje (9) manter a greve no setor, que já dura 61 dias. Os educadores reivindicam um novo plano de carreiras na rede municipal. A paralisação está garantida pelo menos até 15 de outubro, Dia do Professor, quando deve ser feita nova reunião de professores e funcionários de escolas.

Na assembleia de hoje, os grevistas optaram por tirar da pauta de reivindicações a exoneração da secretária de Educação do município, Cláudia Costin. "Esta é uma questão política, e temos coisas mais importantes para reivindicar", justificou uma das coordenadoras do sindicato, Marta Moraes. Ontem (8), o prefeito Eduardo Paes criticou o fato de os manifestantes exigirem a saída da secretária e disse que o movimento tinha se radicalizado e defendia uma pauta irracional.

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Além de pedirem a revogação do Plano de Carreiras, Cargos e Remunerações aprovado pela Câmara Municipal e sancionado pelo prefeito na semana passada, os educadores reivindicam que seja negociado outro plano.

Outra exigência é que não haja corte de ponto e sim abono dos dias parados. Na segunda-feira (7), a Justiça derrubou uma tentativa de recurso do sindicato contra a liminar obtida pela prefeitura, em 3 de setembro, autorizando o corte do ponto dos profissionais que não forem trabalhar. Ontem, o prefeito confirmou que a Secretaria Municipal de Educação vai proceder dessa forma.

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O sindicato também pede melhores condições de trabalho para merendeiras, que passariam a ser consideradas cozinheiras escolares, gozando dos mesmos direitos destas, como a presença de um auxiliar.

De acordo com o Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação, a assembleia de hoje reuniu cerca de 5 mil pessoas no Club Municipal, na Tijuca.

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Segundo o sindicato, cerca de 80% dos educadores municipais estão em greve. Ontem, no entanto, o prefeito Eduardo Paes afirmou que a adesão estava em torno de 10% dos profissionais da rede.

Edição: Nádia Franco

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