Professores de SP protestam contra aulas presenciais na pandemia
Além disso, a caminhada reivindicou o descongelamento dos salários, por meio de um reajuste imediato de 29,25%, para que os salários-base da categoria voltem a se equiparar ao piso salarial profissional nacional
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Lucas Vasques, Fórum - Os professores da rede pública estadual de São Paulo realizaram uma manifestação, nesta sexta-feira (18), na capital paulista, com saída do Masp e caminhada até a Praça da República, sede da secretaria estadual de Educação. Em pauta: aulas remotas durante a pandemia do coronavírus, reajuste salarial, realização de mais concursos públicos, valorização do magistério e o fim do confisco salarial de aposentados e pensionistas.
“A categoria manifestou seu desacordo com o anúncio feito pelo governador João Doria (PSDB) e pelo secretário da Educação, Rossieli Soares, de que pretendem o retorno às aulas presenciais de 100% dos estudantes em agosto, sem que todos os profissionais da educação tenham tomado a segunda dose da vacina e sem que tenham sido tomadas todas as providências para a segurança sanitária nas escolas”, afirma a presidenta Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), deputada estadual Professora Bebel (PT).
Além disso, a caminhada reivindicou o descongelamento dos salários, por meio de um reajuste imediato de 29,25%, para que os salários-base da categoria voltem a se equiparar ao piso salarial profissional nacional.
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