Professores de São Gonçalo negociam reajuste

Em greve há quase dois meses, os servidores da rede municipal de educação de São Gonçalo, região metropolitana do Rio, querem abrir um canal de negociação com o governo para por fim ao movimento; a categoria reivindica melhores condições de trabalho, além de um terço da carga horária para o planejamento de aulas, 30% de aumento salarial, eleição direta para cargos de direção nas escolas, que atualmente são preenchidos por indicação e pagamento integral do vale transporte

Em greve há quase dois meses, os servidores da rede municipal de educação de São Gonçalo, região metropolitana do Rio, querem abrir um canal de negociação com o governo para por fim ao movimento; a categoria reivindica melhores condições de trabalho, além de um terço da carga horária para o planejamento de aulas, 30% de aumento salarial, eleição direta para cargos de direção nas escolas, que atualmente são preenchidos por indicação e pagamento integral do vale transporte
Em greve há quase dois meses, os servidores da rede municipal de educação de São Gonçalo, região metropolitana do Rio, querem abrir um canal de negociação com o governo para por fim ao movimento; a categoria reivindica melhores condições de trabalho, além de um terço da carga horária para o planejamento de aulas, 30% de aumento salarial, eleição direta para cargos de direção nas escolas, que atualmente são preenchidos por indicação e pagamento integral do vale transporte (Foto: Leonardo Lucena)


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Da Agência Brasil

Em greve há quase dois meses, os servidores da rede municipal de educação de São Gonçalo, região metropolitana do Rio, querem abrir um canal de negociação com o governo para por fim ao movimento. A categoria reivindica melhores condições de trabalho, além de um terço da carga horária para o planejamento de aulas, 30% de aumento salarial, eleição direta para cargos de direção nas escolas, que atualmente são preenchidos por indicação e pagamento integral do vale transporte.

De acordo com a professora Maria da Fonseca, a categoria está pedindo menos da metade do reajuste salarial prometido pelo prefeito de São Gonçalo, Neilton Mulim. "Foi prometido 68% de aumento imediato aos professores. Isso está filmado, fotografado e assinado pelo prefeito. Nós estamos pedindo apenas 30% de reajuste. Bem aquém do que ele prometeu", disse a servidora municipal.

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A Secretaria Municipal de Educação informou, em nota, que está buscando, juntamente com a prefeitura da cidade, soluções para que as reivindicações dos professores sejam atendidas e a greve cessada. "Os profissionais da Educação terão um reajuste salarial de 24% nos próximos dois anos. Recentemente, outro reajuste, de 7%, foi aprovado pela Câmara dos Vereadores, no dia 7 de maio de 2014. Dessa forma, chegamos a um total de 19% de reajustes salariais no período 2013/2014".

Para chamar a atenção das autoridades, cerca de 200 servidotres da educação fizeram ontem à tarde (22) uma manifestação em frente ao prédio da prefeitura. Os manifestantes estavam vestidos de preto em sinal de luto e carregavam faixas e cartazes e usaram um carro de som para apresentar as reivindicações da categoria. A greve dos professores municipais de São Gonçalo completa dois meses na próxima segunda-feira (26).

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